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Transpetro 2026 · Edital 03 · Quadro de Terra (Nível Médio)

Simulado Transpetro 2026 de Segurança: 5 questões comentadas

Cinco questões inéditas de Conhecimentos Específicos de Segurança, no padrão da Cesgranrio. Marque a sua resposta e veja na hora o comentário de cada alternativa e a armadilha da questão.

Prova em 6 de dezembro
Questões na prova6040 do cargo · 10 de Português e 10 de Matemática
Nesta página5de Conhecimentos Específicos, com comentário
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Vagas4imediatas · 44 com cadastro de reserva

Responda sem consultar nada, como no dia da prova. Os temas: Hierarquia das medidas de controle de riscos; Gases e vapores — gás sulfídrico e classificação pelo efeito; Dimensionamento da bacia de contenção; Conceito legal e conceito prevencionista de acidente do trabalho; Capacitação em SST — convalidação e complementação de treinamentos entre organizações (NR-01).

Questão 1 de 5Hierarquia das medidas de controle de riscosfácil

Ao revisar o inventário de riscos de um terminal, o técnico de segurança relaciona quatro medidas possíveis para a exposição dos operadores ao ruído da casa de bombas:

  • Ifornecer protetor auditivo aos operadores
  • IIenclausurar acusticamente os conjuntos motobomba
  • IIIreduzir, por procedimento escrito, o tempo de permanência do operador na sala
  • IVsubstituir os conjuntos motobomba por modelos de menor emissão sonora.

De acordo com a hierarquia das medidas de controle adotada pelas Normas Regulamentadoras, essas medidas devem ser consideradas na seguinte ordem de prioridade, da mais prioritária para a menos prioritária:

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Resposta: A. Substituição na fonte (IV), controle de engenharia coletivo (II), medida administrativa (III) e, por último, o EPI (I).

A hierarquia das medidas de controle é o conceito mais cobrado de toda a segurança do trabalho, e o Capítulo 1.1 o apresenta logo no início do módulo justamente porque ele se repete depois em todas as normas específicas. A ordem é: eliminação do perigo; substituição ou redução na fonte; controles de engenharia (proteção coletiva); controles administrativos ou de organização do trabalho; e, por último, o EPI.

A lógica dessa ordem é uma só: quanto mais alto o nível, menos a proteção depende do comportamento humano para funcionar. Trocar a bomba por um modelo mais silencioso (medida IV) reduz a emissão na própria fonte e protege todo mundo o tempo todo, mesmo quem apenas passa pela sala. O enclausuramento acústico (medida II) é controle de engenharia: também é coletivo, mas atua na trajetória, depois que o ruído já foi gerado, e depende de a carenagem estar fechada e conservada. Reduzir o tempo de permanência por procedimento (medida III) é medida administrativa: não diminui um único decibel, apenas encurta a exposição, e depende de disciplina operacional. O protetor auditivo (medida I) é EPI: só protege quem o está usando, corretamente ajustado, durante todo o tempo de exposição.

Daí a sequência IV, II, III, I. Repare que substituição e engenharia são as duas primeiras porque agem sobre o agente; as duas últimas agem sobre o trabalhador. O erro clássico de prova é apresentar o EPI como a principal medida de prevenção, ou colocá-lo antes das medidas coletivas — ele é obrigatório sempre que as medidas anteriores forem insuficientes, mas nunca substitui uma proteção coletiva tecnicamente viável.

O tema é desenvolvido no Capítulo 1.1 e reaparece, com a mesma lógica, no Capítulo 2.1 (fonte, trajetória e receptor) e no Capítulo 2.11 (o EPI como última barreira).

Por que as outras estão erradas

  • BInverte os dois primeiros níveis: o enclausuramento é controle de engenharia e vem depois da substituição, que atua na própria fonte geradora.
  • CColoca a medida administrativa (III) antes do controle de engenharia (II), invertendo dois níveis da hierarquia.
  • DAlém de inverter substituição e engenharia, coloca o EPI antes da medida administrativa — o EPI é sempre o último nível.
  • EOrdem exatamente invertida: começa pelo EPI, que é a última medida da hierarquia, e termina pela substituição, que é a mais prioritária das quatro.
A armadilha desta questãoSubstituir na fonte vem antes de enclausurar: uma elimina parte do agente, a outra apenas o confina. E o EPI é sempre o último, nunca o primeiro.

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.1 · Hierarquia das medidas de controle de riscos

Questão 2 de 5Gases e vapores — gás sulfídrico e classificação pelo efeitomédia

O gás sulfídrico está entre os agentes químicos mais relevantes das operações de armazenamento e transferência de petróleo e derivados. A respeito desse agente, é correto afirmar que

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Resposta: E. Reúne as quatro características centrais: maior densidade que o ar, fadiga olfativa em concentrações altas, limite de tolerância de 8 ppm e marcação de valor teto.

O gás sulfídrico é o agente químico mais letal presente na indústria de petróleo, e o Capítulo 2.4 reúne as suas características em uma lista de memorização obrigatória.

Ele é mais denso que o ar, o que significa que se acumula nos pontos baixos: fundo de tanque, água drenada, borra, caixa de passagem, vala, porão de navio, fundo de bacia de contenção. É por isso que a medição de atmosfera em espaço confinado precisa ser feita em vários níveis, e não apenas junto à boca de visita.

Em concentrações baixas, o odor característico de ovo podre é perceptível; em concentrações elevadas, o agente provoca fadiga olfativa, paralisando o nervo olfativo. A vítima deixa de sentir o cheiro exatamente quando a concentração se torna perigosa — daí a regra de ouro do setor: odor não é instrumento de medição, e a ausência de cheiro pode significar concentração maior, e não menor.

Quanto ao efeito, o gás sulfídrico é irritante de olhos e vias aéreas em baixas concentrações e asfixiante químico em concentrações altas, quando bloqueia a respiração celular e paralisa o centro respiratório, provocando perda de consciência súbita e parada respiratória. Asfixiante químico é diferente de asfixiante simples: o simples é fisiologicamente inerte e mata por deslocar o oxigênio do ar (nitrogênio, metano, argônio); o químico não desloca nada — o ar continua com oxigênio, mas o organismo fica impedido de transportá-lo ou de utilizá-lo. Por fim, o limite de tolerância na NR-15 é de 8 ppm, com marcação de valor teto. Valor teto significa que o limite não pode ser ultrapassado em nenhum momento da jornada: não existe compensar um pico com um período de concentração baixa, e uma única leitura acima já caracteriza a ultrapassagem.

Por que as outras estão erradas

  • AO gás sulfídrico é mais denso que o ar e se acumula nos pontos baixos, e não na parte superior.
  • BO odor é traiçoeiro: em concentrações elevadas ocorre fadiga olfativa e a percepção desaparece justamente quando o risco é máximo. Cheiro não substitui medição.
  • CO limite do gás sulfídrico tem marcação de valor teto, que não admite compensação por média. A média ponderada no tempo se aplica aos agentes cujo limite é médio.
  • DAsfixiante simples é o gás inerte que mata por deslocar o oxigênio, como o nitrogênio. Em concentrações elevadas, o gás sulfídrico age como asfixiante químico, impedindo o organismo de usar o oxigênio disponível.
A armadilha desta questãoValor teto não admite média. Uma única leitura acima de 8 ppm já caracteriza ultrapassagem, ainda que a média da jornada esteja baixa.

Onde está no Dossiê: Capítulo 2.4 · Gases e vapores — gás sulfídrico e classificação pelo efeito

Questão 3 de 5Dimensionamento da bacia de contençãodifícil

Uma bacia de contenção abriga três tanques de armazenamento: T-1, com 12 000 m³; T-2, com 8 000 m³; e T-3, com 5 000 m³. A parte do tanque T-2 situada abaixo da altura do dique ocupa 500 m³ dentro da bacia, e a sua base de concreto ocupa outros 150 m³. Para o tanque T-3, esses valores são, respectivamente, 350 m³ e 100 m³. Desconsiderando a borda livre, a capacidade geométrica mínima que a bacia deve apresentar é de

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Resposta: C. 12 000 + (500 + 150) + (350 + 100) = 12 000 + 650 + 450 = 13 100 m³.

A bacia de contenção é a última barreira física entre o tanque e o meio ambiente, e o critério normativo básico, apresentado no Capítulo 3.4, é que ela comporte, no mínimo, o volume do maior tanque nela contido, acrescido do espaço que os demais tanques ocupam dentro dela até a altura do dique, mais uma borda livre.

A premissa é a falha catastrófica de um tanque por vez — o maior deles, no pior caso. Por isso não se somam os volumes dos três tanques: se todos falhassem simultaneamente, nenhuma bacia econômica seria viável, e não é esse o cenário de projeto. O que se soma são os volumes que os outros tanques e suas fundações roubam da capacidade útil da bacia, porque, quando o produto do maior tanque escoar, ele não poderá ocupar o espaço fisicamente preenchido pelos vizinhos.

Passo 1 — identificar o maior tanque: T-1, com 12 000 m³. Esse é o volume de referência.

Passo 2 — somar o espaço ocupado pelos demais dentro da bacia:

T-2: 500 + 150 = 650 m³ T-3: 350 + 100 = 450 m³ Total ocupado: 650 + 450 = 1 100 m³ Passo 3 — somar:

12 000 + 1 100 = 13 100 m³ Na prática, acrescenta-se ainda a borda livre, para que o líquido não transborde por ondulação, por acúmulo de água de chuva ou pela água aplicada durante o combate a incêndio — o enunciado pediu expressamente que ela fosse desconsiderada. Completam os requisitos da bacia: impermeabilização do piso e dos taludes; dreno de águas pluviais com válvula mantida normalmente fechada e operada pelo lado de fora do dique; altura de dique limitada, para não prejudicar a ventilação natural e o acesso do combate; acessos em pontos opostos; e afastamento entre o costado e o pé interno do dique.

Por que as outras estão erradas

  • AConsidera apenas o volume do maior tanque e ignora o espaço que os demais tanques e suas bases ocupam dentro da bacia, reduzindo a capacidade útil disponível.
  • BSoma o maior tanque apenas com os volumes dos tanques T-2 e T-3 abaixo da altura do dique (12 000 + 500 + 350), esquecendo as bases de concreto, que também ocupam espaço.
  • DSoma os volumes dos três tanques. A premissa normativa é a falha de um tanque por vez, e não a falha simultânea de todos.
  • ESoma os três tanques e ainda acrescenta os volumes ocupados, combinando os dois erros anteriores.
A armadilha desta questãoNão se somam os volumes dos tanques: soma-se o maior deles com o espaço que os outros ocupam dentro da bacia — inclusive as bases de concreto.

Onde está no Dossiê: Capítulo 3.4 · Dimensionamento da bacia de contenção

Questão 4 de 5Conceito legal e conceito prevencionista de acidente do trabalhofácil

Em um terminal da Transpetro, quatro eventos são registrados no mesmo período:

  • Iuma chave de grifo cai da plataforma de válvulas e atinge o piso a um metro de um trabalhador, que não se fere
  • IIum jatista, que há doze anos remove pintura de costados de tanque por jateamento abrasivo, é diagnosticado com silicose
  • IIIum operador que atua há quinze anos na casa de bombas apresenta perda auditiva induzida por ruído
  • IVum mecânico escorrega na escada do tanque, fratura o punho e se afasta por 45 dias.

Considerando o conceito legal de acidente do trabalho da Lei nº 8.213/1991 e o conceito prevencionista adotado pela norma técnica brasileira de cadastro de acidente do trabalho, é correto afirmar que

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Resposta: A. Apenas o quase-acidente da situação I fica fora do conceito legal; as quatro situações interessam ao conceito prevencionista.

A questão explora a diferença entre os dois conceitos de acidente do trabalho que convivem no Brasil, tratada no Capítulo 4.1. O conceito legal está no caput do art. 19 da Lei nº 8.213/1991: acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço de empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou redução, permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho. Ele exige quatro elementos simultâneos: evento, nexo com o trabalho, dano à pessoa e resultado sobre a capacidade laborativa. O conceito prevencionista, adotado pela norma técnica brasileira de cadastro de acidente do trabalho, é mais amplo: alcança a ocorrência imprevista e indesejável, relacionada ao exercício do trabalho, de que resulte OU POSSA RESULTAR lesão pessoal. A expressão "ou possa resultar" é a fronteira exata entre os dois conceitos, porque traz para dentro do registro e da investigação o evento que não feriu ninguém.

Aplicando aos quatro eventos: a situação I é acidente sem lesão (quase-acidente) — não é acidente do trabalho para a Previdência, não gera CAT, mas é acidente do trabalho para a norma técnica e deve ser investigada. As situações II e III são doenças que o art. 20 da mesma lei considera acidente do trabalho: a silicose do jatista é doença profissional (o agente é inerente à atividade) e a perda auditiva induzida por ruído é doença do trabalho (decorre das condições especiais daquele posto). A situação IV é o acidente típico. Logo, II, III e IV entram no conceito legal, e as quatro interessam à prevenção.

Repare que "perturbação funcional" é a forma jurídica de dizer que o corpo passou a funcionar pior mesmo sem ferida visível — é por isso que a surdez ocupacional preenche o conceito legal.

Por que as outras estão erradas

  • BErrada. A situação I não produziu lesão corporal nem perturbação funcional, e portanto não preenche o conceito legal do art. 19.
  • CErrada. As doenças ocupacionais das situações II e III são consideradas acidente do trabalho pelo art. 20 da Lei nº 8.213/1991; a lei não exige lesão visível, bastando a perturbação funcional.
  • DErrada. A classificação está invertida: a silicose do jatista é doença profissional (agente inerente à atividade) e a perda auditiva por ruído é doença do trabalho (decorrente das condições especiais em que o trabalho é realizado).
  • EErrada. É exatamente o oposto: o evento sem lesão não é acidente do trabalho para a Previdência, mas é o material mais valioso da prevenção e interessa diretamente ao conceito prevencionista.
A armadilha desta questãoUma palavra separa os dois conceitos: a norma técnica diz "resulte ou POSSA RESULTAR lesão"; a lei previdenciária exige lesão efetiva.

Onde está no Dossiê: Capítulo 4.1 · Conceito legal e conceito prevencionista de acidente do trabalho

Questão 5 de 5Capacitação em SST — convalidação e complementação de treinamentos entre organizações (NR-01)

Um técnico recém-contratado por um terminal apresenta certificados de treinamento emitidos pelo empregador anterior, todos realizados há menos de dois anos. A organização avalia as atividades que ele desenvolvia, as que passará a desenvolver e o conteúdo e a carga horária cumpridos em comparação com os exigidos para a nova função, e conclui que o treinamento anterior atende apenas em parte, faltando um módulo exigido pelos riscos da nova atividade. De acordo com a NR-01, nessa situação a organização deve

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Resposta: A. Faltando conteúdo, o caso é de complementação, com certificação que menciona as datas e contagem da periodicidade pela data do treinamento mais antigo.

A NR-01 uniformizou as regras gerais de capacitação, tratadas no Capítulo 5.4. Quando o trabalhador vem de outro empregador trazendo certificados, a organização deve avaliá-los considerando quatro elementos: as atividades que ele desenvolvia na organização anterior, as atividades que passará a desenvolver, o conteúdo e a carga horária cumpridos em comparação com os exigidos para a nova função, e a recência do último treinamento — realizado em período inferior ao estabelecido na NR específica ou há menos de dois anos.

Dessa avaliação saem dois resultados possíveis. Convalidar é aceitar integralmente: o conteúdo e a carga horária já cumpridos atendem ao que a nova função exige, e o trabalhador não cursa nada. Complementar é aceitar parcialmente: o treinamento anterior atende em parte, mas falta conteúdo ou carga horária, e o trabalhador cursa apenas o que falta. Em nenhuma das duas hipóteses se repete o treinamento inteiro. No caso do enunciado, a avaliação apontou conteúdo faltante — logo, complementação.

Concluída a avaliação, a organização emite a certificação mencionando a data de realização dos treinamentos convalidados ou complementados. E vem a regra contraintuitiva que a banca adora: para efeito de periodicidade da reciclagem, considera-se a data do treinamento mais antigo convalidado ou complementado. Ou seja, o aproveitamento economiza horas de aula, mas não renova a validade — o relógio continua correndo desde o treinamento original.

A mesma lógica de contagem vale para o aproveitamento de conteúdos dentro da própria organização, quando um novo treinamento se sobrepõe parcialmente a outro já realizado há menos de dois anos, com validação pelo responsável técnico pelos treinamentos.

Por que as outras estão erradas

  • BErrada. A convalidação integral pressupõe que o conteúdo e a carga horária já cumpridos atendam ao exigido pela nova função — o que o enunciado afasta ao dizer que falta um módulo.
  • CErrada. A NR-01 admite expressamente a avaliação de treinamentos realizados em outra organização, com convalidação ou complementação; repetir tudo só se justifica quando nada é aproveitável.
  • DErrada. A periodicidade da reciclagem conta da data do treinamento mais antigo convalidado ou complementado, e não da data do módulo complementar. O aproveitamento não renova a validade.
  • EErrada. Faltando conteúdo exigido pelos riscos da nova função, o trabalhador não pode executar a atividade sem a capacitação correspondente; o arquivamento do certificado antigo não supre a lacuna.
A armadilha desta questãoAproveitar treinamento economiza horas de aula, mas não zera o relógio: a periodicidade conta da data do treinamento MAIS ANTIGO aproveitado, convalidado ou complementado.

Onde está no Dossiê: Capítulo 5.4 · Capacitação em SST — convalidação e complementação de treinamentos entre organizações (NR-01)

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Como é a prova de Segurança

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Segurança (Fase 1) e 10 de Português e 10 de Matemática (Fase 2). Seguem na classificação só as 2 × (vagas + cadastro de reserva) melhores notas da Fase 1, por ênfase, polo e modalidade de concorrência (Edital 03, subitem 7.1.2, alínea d). Em Segurança, isso dá 88 pessoas no total. Por isso as questões desta página são todas de Conhecimentos Específicos: é ali que a vaga se decide.

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Quantas questões tem a prova de Segurança?

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Segurança e 10 de Português e 10 de Matemática. A prova é no domingo, 6 de dezembro de 2026.

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Questões do Simulado 01 do Dossiê Único de Segurança: inéditas, escritas no padrão da Fundação Cesgranrio a partir do conteúdo programático do Edital 03 do processo seletivo Transpetro 2026. Não são questões de provas anteriores. Atualizado em 29/10/2026.