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Transpetro 2026 · Edital 03 · Quadro de Terra (Nível Médio)

Simulado Transpetro 2026 de Projeto, Construção e Montagem Edificações: 5 questões comentadas

Cinco questões inéditas de Conhecimentos Específicos de Projeto, Construção e Montagem Edificações, no padrão da Cesgranrio. Marque a sua resposta e veja na hora o comentário de cada alternativa e a armadilha da questão.

Prova em 6 de dezembro
Questões na prova6040 do cargo · 10 de Português e 10 de Matemática
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Responda sem consultar nada, como no dia da prova. Os temas: Conversão de unidades: kgf/cm² para o Sistema Internacional; Flexão: módulo resistente e tensão normal máxima; Índices físicos do solo: índice de vazios e porosidade; Aditivos químicos e adições minerais no concreto; Unidades de medida e critérios de medição de serviços.

Questão 1 de 5Conversão de unidades: kgf/cm² para o Sistema Internacional

Um relatório de sondagem arquivado em um terminal, redigido antes da adoção plena do Sistema Internacional, informa que a tensão admissível do solo no local previsto para uma nova casa de bombas é de 2,5 kgf/cm². Para lançar esse dado no memorial de cálculo, o técnico precisa apresentá-lo em unidade legal. Adotando 1 kgf = 9,81 N, o valor correspondente, em kPa, é de, aproximadamente,

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Resposta: D. 1 kgf/cm² = 9,81 N ÷ 10⁻⁴ m² = 98,1 kPa; 2,5 × 98,1 = 245,25 kPa.

Converter kgf/cm² para o SI é converter, separadamente, o numerador (força) e o denominador (área). É o roteiro apresentado no Capítulo 1.1.

Passo 1 — numerador: 1 kgf = 9,81 N.

Passo 2 — denominador: 1 cm² = (10⁻² m)² = 10⁻⁴ m². Repare que o fator de conversão acompanha o expoente da unidade: como o comprimento foi elevado ao quadrado, o fator 10⁻² também é elevado ao quadrado. Passo 3 — dividir: 1 kgf/cm² = 9,81 N ÷ 10⁻⁴ m² = 98 100 N/m² = 98 100 Pa = 98,1 kPa.

Passo 4 — aplicar ao valor do enunciado: 2,5 × 98,1 = 245,25 kPa.

Conferência por outro caminho, com o atalho de canteiro do capítulo: 1 kgf/cm² ≈ 0,1 MPa = 100 kPa. Logo, 2,5 kgf/ cm² ≈ 250 kPa, o que confirma a ordem de grandeza obtida (245,25 kPa, ou 0,245 MPa). Em obra de terminal, essa é a faixa típica de tensão admissível de um solo de boa capacidade — para comparação, a regra de pré-dimensionamento σadm ≈ N/50, em MPa, associaria esse valor a um N em torno de 12 a 13.

A lição prática que o capítulo insiste é: padronize as unidades antes de calcular, não depois. Escolha um par coerente — kN e m (resultado em kPa) ou N e mm (resultado em MPa) — e mantenha-o do começo ao fim.

Por que as outras estão erradas

  • AÉ o valor correto expresso em MPa (0,245 MPa) com o rótulo trocado para kPa. Erro de prefixo: 1 MPa = 1 000 kPa.
  • BResulta de adotar 1 cm² = 10⁻² m², isto é, de esquecer que o fator de conversão de área é o quadrado do fator de comprimento.
  • CResulta de adotar 1 cm² = 10⁻³ m², outra variante do mesmo erro de expoente.
  • EResulta de adotar 1 cm² = 10⁻⁵ m², exagerando a conversão em uma ordem de grandeza.
A armadilha desta questãoO fator de conversão acompanha o expoente da unidade: 1 cm² = 10⁻⁴ m² (e não 10⁻²). Converter área multiplicando pelo fator linear é o erro clássico do capítulo.

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.1 · Conversão de unidades: kgf/cm² para o Sistema Internacional

Questão 2 de 5Flexão: módulo resistente e tensão normal máximamédia

A viga de concreto que sustenta o suporte de uma tubulação sobre a canaleta de drenagem de um terminal tem seção retangular de 25 cm de base por 60 cm de altura e está submetida a momento fletor máximo de 90 kN·m. Considerando seção homogênea e desprezando a fissuração, a tensão normal máxima de flexão nessa seção é de

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Resposta: C. W = 25 × 60²/6 = 15 000 cm³; σ = 9 000 kN·cm ÷ 15 000 cm³ = 0,60 kN/cm² = 6,00 MPa.

O roteiro da verificação à flexão está no Capítulo 1.3: calcular o momento fletor na seção crítica, calcular o módulo resistente da seção e dividir um pelo outro.

Passo 1 — módulo resistente da seção retangular: W = b·h²/6 = 25 × 60² ÷ 6 = 25 × 3 600 ÷ 6 = 90 000 ÷ 6 = 15 000 cm³.

Passo 2 — padronizar as unidades. Como W está em cm³, o momento precisa vir em kN·cm: M = 90 kN·m × 100 = 9 000 kN·cm.

Passo 3 — tensão máxima: σmáx = M/W = 9 000 ÷ 15 000 = 0,60 kN/cm².

Passo 4 — converter para MPa, usando a identidade 1 kN/cm² = 10 MPa: σmáx = 0,60 × 10 = 6,00 MPa. Conferência por outro caminho, com o momento de inércia: I = b·h³/12 = 25 × 216 000 ÷ 12 = 450 000 cm⁴; ymáx = h/2 = 30 cm; σ = M·ymáx/I = 9 000 × 30 ÷ 450 000 = 0,60 kN/cm² = 6,00 MPa. Confere.

Duas leituras práticas. A primeira: a borda superior fica comprimida a 6 MPa e a inferior, tracionada a 6 MPa. Como um concreto C25 resiste a cerca de 2,5 MPa de tração, a face inferior fissuraria — e é exatamente por isso que ali se coloca a armadura longitudinal positiva. A segunda é a lição do expoente: em W = b·h²/6 a altura entra ao quadrado e a base entra linearmente. Se essa mesma seção fosse deitada (60 cm de base por 25 cm de altura), o módulo resistente cairia para 60 × 25²/6 = 6 250 cm³ e a tensão subiria para 14,4 MPa, com exatamente a mesma quantidade de material. Altura vale muito mais que largura.

Por que as outras estão erradas

  • AResulta de usar o momento em kN·m contra o módulo resistente em cm³, sem a conversão de metro para centímetro — erro de unidade por fator 100.
  • BResulta de dividir o momento pelo momento de inércia (450 000 cm⁴) em vez de pelo módulo resistente. I governa a rigidez (a flecha); W governa a tensão.
  • DResulta de adotar W = b·h²/12 (que é a expressão do momento de inércia, com o expoente errado) em vez de W = b·h²/6.
  • EÉ a tensão que a mesma seção teria se fosse deitada, com 60 cm de base e 25 cm de altura — resultado de trocar b por h na fórmula.
A armadilha desta questãoMomento de inércia (cm⁴) e módulo resistente (cm³) não se substituem: I entra no cálculo da flecha; W entra no cálculo da tensão. E o momento tem de estar na mesma unidade de comprimento que a seção.

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.3 · Flexão: módulo resistente e tensão normal máxima

Questão 3 de 5Índices físicos do solo: índice de vazios e porosidadedifícil

Uma amostra indeformada retirada da área de ampliação do parque de tanques de um terminal tem volume total de 800 cm³ e massa úmida de 1 520 g. Após 24 horas em estufa a 105 °C, sua massa passou a 1 280 g. O ensaio de picnômetro indicou massa específica dos grãos de 2,65 g/cm³. O índice de vazios e a porosidade dessa amostra valem, respectivamente e de forma aproximada,

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Resposta: E. Vs = 1 280/2,65 = 483,02 cm³; Vv = 316,98 cm³; e = Vv/Vs = 0,66; n = Vv/V = 39,6%.

O Capítulo 2.1 organiza os índices físicos a partir da separação imaginária das três fases do solo — sólidos, água e ar. A sequência de cálculo é sempre a mesma.

Passo 1 — massa de água: 1 520 − 1 280 = 240 g. Toda a perda em estufa é água.

Passo 2 — volume de sólidos. Usa-se a massa SECA, porque a massa específica dos grãos se refere apenas à fase sólida: Vs = 1 280 ÷ 2,65 = 483,02 cm³.

Passo 3 — volume de vazios: Vv = V − Vs = 800 − 483,02 = 316,98 cm³.

Passo 4 — índice de vazios, que divide os vazios pelo volume de SÓLIDOS: e = 316,98 ÷ 483,02 = 0,656 ≈ 0,66. Passo 5 — porosidade, que divide os vazios pelo volume TOTAL: n = 316,98 ÷ 800 = 0,396 = 39,6%. Conferência pela relação do capítulo, n = e/(1 + e): 0,656 ÷ 1,656 = 0,396. Confere. Repare que essa relação também explica por que o índice de vazios pode ser maior que 1 (e frequentemente é, em argilas moles), enquanto a porosidade nunca ultrapassa 100%: os denominadores são diferentes.

Complementando o quadro da amostra: o teor de umidade é w = 240 ÷ 1 280 = 18,75% — sempre sobre o peso seco, nunca sobre o peso total; o volume de água é 240 cm³, já que a massa específica da água é 1 g/cm³; e o grau de saturação é S = 240 ÷ 316,98 = 75,7%, ou seja, o solo não está saturado. A conferência pela relação S·e = w·δ fecha: 0,757 × 0,656 = 0,497 e 0,1875 × 2,65 = 0,497.

Por que as outras estão erradas

  • AResulta de usar a massa ÚMIDA (1 520 g) no cálculo do volume de sólidos, o que superestima Vs e subestima os vazios. A massa específica dos grãos refere-se apenas à fase sólida.
  • BTroca as duas definições: apresenta como índice de vazios o quociente Vv/V (0,396) e como porosidade o quociente Vv/ Vs (65,6%).
  • CAcerta o índice de vazios, mas apresenta uma porosidade obtida com o volume de sólidos calculado a partir da massa úmida.
  • DAcerta o índice de vazios, mas calcula a porosidade dividindo os vazios pelo volume de sólidos, e não pelo volume total.
A armadilha desta questãoÍndice de vazios divide pelo volume de SÓLIDOS; porosidade divide pelo volume TOTAL. E o volume de sólidos se calcula com a massa SECA, não com a úmida.

Onde está no Dossiê: Capítulo 2.1 · Índices físicos do solo: índice de vazios e porosidade

Questão 4 de 5Aditivos químicos e adições minerais no concretomédia

Para a concretagem da laje de fundo de uma bacia de contenção, o projeto prevê o emprego de aditivos químicos e de adições minerais. A respeito da função de cada um desses produtos no concreto, é correto afirmar que

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Resposta: E. O incorporador de ar melhora trabalhabilidade e coesão, mas o ar introduzido é vazio na massa endurecida e custa resistência à compressão.

Aditivo e adição não são sinônimos, e essa é a distinção central do assunto. Aditivo é produto químico, adicionado em pequena quantidade (normalmente menos de 5 % da massa de cimento), que modifica propriedades do concreto no estado fresco, na pega ou no estado endurecido: plastificante, superplastificante, retardador, acelerador, incorporador de ar e suas combinações. Adição é material mineral em pó fino, usado em grande quantidade, que substitui parte do cimento ou complementa os finos e altera a própria composição do aglomerante: escória granulada de alto-forno, materiais pozolânicos, sílica ativa e fíler calcário (Capítulo 3.2).

O incorporador de ar é o aditivo que introduz microbolhas de ar estáveis e bem distribuídas na massa. Elas funcionam como "rolamentos" entre os grãos, melhorando a trabalhabilidade e a coesão, e reduzem a exsudação e a segregação. Há, porém, um preço técnico inevitável: ar é vazio, e vazio é falta de material. Cada ponto percentual de ar incorporado custa resistência à compressão. Por isso o incorporador de ar é usado por outra razão — trabalhabilidade, coesão, durabilidade ao congelamento — e nunca para ganhar resistência.

Quanto aos redutores de água, a norma brasileira de aditivos químicos para concreto separa os dois níveis pela eficiência comprovada em ensaio: o plastificante precisa demonstrar redução de água da ordem de, no mínimo, 6 %; o superplastificante, da ordem de, no mínimo, 12 %. Um produto que não atinge o mínimo simplesmente não pode ser classificado naquela categoria.

Numa bacia de contenção, essas escolhas não são cosméticas. A peça é volumosa, fica em contato com o solo e precisa ser estanque; por isso costumam-se combinar adições que reduzem o calor de hidratação e aumentam a durabilidade (escória ou pozolana) com aditivos redutores de água, que permitem baixar a relação água/cimento sem perder trabalhabilidade.

Por que as outras estão erradas

  • AErrada. A sílica ativa é adição mineral — pó ultrafino dosado em quilos —, e não aditivo químico dosado em litros. Sua função é preencher vazios entre os grãos de cimento e reagir pozolanicamente, produzindo concreto de alta resistência e baixa permeabilidade, não retardar a pega.
  • BErrada. O plastificante é aditivo químico, dosado em pequena quantidade, que reduz a água de amassamento mantendo a trabalhabilidade. Quem substitui parte do cimento e reduz o calor de hidratação é a adição mineral, como a escória de alto-forno.
  • CErrada. A escória granulada de alto-forno é adição mineral com propriedade hidráulica latente. Ela reduz o calor de hidratação e aumenta a durabilidade, mas retarda o ganho de resistência nas primeiras idades — o oposto de um acelerador.
  • DErrada. A redução mínima de água da ordem de 6 % é o requisito do plastificante. O superplastificante, redutor de água de alta eficiência, exige redução da ordem de 12 % ou mais.
A armadilha desta questãoAditivo é químico, entra em pouca quantidade e muda o comportamento; adição é mineral, entra em grande quantidade e muda a composição do aglomerante.

Onde está no Dossiê: Capítulo 3.2 · Aditivos químicos e adições minerais no concreto

Questão 5 de 5Unidades de medida e critérios de medição de serviçosfácil

Na elaboração da planilha orçamentária da ampliação de uma casa de bombas, o técnico define a unidade e o critério de medição de cada serviço. Nessa definição, é correto adotar que

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Resposta: D. A armadura é medida em kg, pela massa das barras cortadas e dobradas conforme o projeto, incluídos ganchos, dobras e trespasses previstos.

A unidade de medida de um serviço não é escolha pessoal: ela decorre da geometria dominante do serviço. Serviço que se resolve por comprimento é linear (m); por superfície, é de área (m²); por volume ocupado, é de volume (m³); por peso, é kg ou t; por peça, é un. Assim, concreto é sempre m³, fôrma é sempre m² (área de contato entre a fôrma e o concreto), alvenaria e revestimento são sempre m², e armadura é sempre kg — porque o aço é comprado, medido e pago por peso (Capítulo 4.1).

O critério de medição da armadura inclui as massas das barras cortadas e dobradas conforme o projeto, o que abrange ganchos, dobras e trespasses de emenda previstos. O que não entra na medição é o arame de amarração, os espaçadores e a perda de corte: esses são insumos da composição de custo unitário, não quantidade de serviço. Confundir os dois lados dessa fronteira é o que produz orçamento com perda contada duas vezes.

Os demais critérios cobrados aqui têm cada um a sua lógica. O telhado é inclinado: sua área real é maior que a projeção horizontal, e a conversão se faz pelo fator √(1 + i²), sendo i a inclinação em forma decimal. A pintura é medida pela área da superfície uma única vez, porque o número de demãos é especificação do serviço e entra no consumo de tinta, não na multiplicação da área. E o reaterro é o volume do vazio a preencher, isto é, o volume da cava menos o volume ocupado pelo lastro, pela sapata, pelo pedestal e por qualquer elemento enterrado. Duas regras profissionais fecham o assunto: orçar e medir sempre pelo mesmo critério, declarado por escrito no contrato, e registrar a memória de cálculo, sem a qual a medição não se sustenta diante do fiscal, do auditor ou do tribunal de contas.

Por que as outras estão erradas

  • AErrada. A fôrma é medida em m², pela área de contato efetivo entre a fôrma e o concreto. O consumo de madeira e o reaproveitamento são assunto da composição de custo unitário, não da medição do serviço.
  • BErrada. Telhado se mede pela área real do plano inclinado, incluindo o beiral. A projeção horizontal é sempre menor que a área real, exceto em cobertura plana; medir pela projeção subestima o serviço.
  • CErrada. A área medida de pintura é a da superfície, contada uma única vez. As demãos entram na especificação do serviço e no consumo de tinta. Multiplicar a área pelo número de demãos é pagar o serviço em dobro.
  • EErrada. O reaterro é o volume do vazio a preencher: volume da cava menos o volume ocupado por lastro, sapata, pedestal, tubulação e demais elementos enterrados. Igualar reaterro a escavação é achado frequente de auditoria.
A armadilha desta questãoFôrma é m² de contato, armadura é kg, telhado é área real (não projeção) e pintura é área contada uma só vez, por mais demãos que tenha.

Onde está no Dossiê: Capítulo 4.1 · Unidades de medida e critérios de medição de serviços

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O simulado completo tem 60 questões na proporção da prova, com folha de respostas e gabarito comentado alternativa por alternativa, apontando o capítulo onde cada assunto está. Vem junto com a apostila de todo o conteúdo programático de Projeto, Construção e Montagem Edificações e o cronograma dia a dia até 6/12. R$ 27, pagamento único, 30 dias de garantia.

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Como é a prova de Projeto, Construção e Montagem Edificações

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Projeto, Construção e Montagem Edificações (Fase 1) e 10 de Português e 10 de Matemática (Fase 2). Seguem na classificação só as 2 × (vagas + cadastro de reserva) melhores notas da Fase 1, por ênfase, polo e modalidade de concorrência (Edital 03, subitem 7.1.2, alínea d). Em Projeto, Construção e Montagem Edificações, isso dá 22 pessoas no total. Por isso as questões desta página são todas de Conhecimentos Específicos: é ali que a vaga se decide.

Perguntas sobre o simulado de Projeto, Construção e Montagem Edificações

Tem simulado grátis da Transpetro 2026 para Projeto, Construção e Montagem Edificações?

Tem. Nesta página estão 5 questões de Conhecimentos Específicos de Projeto, Construção e Montagem Edificações, com resposta e comentário de cada alternativa. O simulado completo tem 60 questões, na proporção da prova, e vem no Dossiê Único do cargo.

Estas questões caíram em provas anteriores?

Não. São questões inéditas, escritas para o edital de 2026 no padrão da Fundação Cesgranrio: cinco alternativas, enunciado com situação de trabalho e alternativas erradas montadas sobre os erros mais comuns. Cada comentário aponta o capítulo da apostila onde o assunto está.

Quantas questões tem a prova de Projeto, Construção e Montagem Edificações?

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Projeto, Construção e Montagem Edificações e 10 de Português e 10 de Matemática. A prova é no domingo, 6 de dezembro de 2026.

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Questões do Simulado 01 do Dossiê Único de Projeto, Construção e Montagem Edificações: inéditas, escritas no padrão da Fundação Cesgranrio a partir do conteúdo programático do Edital 03 do processo seletivo Transpetro 2026. Não são questões de provas anteriores. Atualizado em 29/10/2026.