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Transpetro 2026 · Edital 03 · Quadro de Terra (Nível Médio)

Simulado Transpetro 2026 de Enfermagem do Trabalho: 5 questões comentadas

Cinco questões inéditas de Conhecimentos Específicos de Enfermagem do Trabalho, no padrão da Cesgranrio. Marque a sua resposta e veja na hora o comentário de cada alternativa e a armadilha da questão.

Prova em 6 de dezembro
Questões na prova6040 do cargo · 10 de Português e 10 de Matemática
Nesta página5de Conhecimentos Específicos, com comentário
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Responda sem consultar nada, como no dia da prova. Os temas: Urgência e emergência: distinção conceitual e organização do socorro; Biossegurança do socorrista e conduta no acidente com material biológico; Doença profissional e doença do trabalho na legislação previdenciária; PGR: inventário de riscos, plano de ação e ordem de prioridade das medidas de prevenção; Cálculo de gotejamento em macrogotas.

Questão 1 de 5Urgência e emergência: distinção conceitual e organização do socorrofácil

Durante o turno da noite em um terminal aquaviário, o ambulatório registra duas ocorrências. Na primeira, um mecânico escorrega na escada do píer e sofre fratura fechada de antebraço: está consciente, com dor intensa, sem sangramento e com pulso, motricidade e sensibilidade distais preservados. Na segunda, um operador é encontrado no pátio de tanques com dor torácica em aperto iniciada há 20 minutos, irradiada para o braço esquerdo, com sudorese fria e palidez. Considerando a distinção técnica entre urgência e emergência, essas duas ocorrências classificam-se, respectivamente, como

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Resposta: A. Fratura fechada estável = risco potencial (urgência); dor torácica sugestiva de síndrome coronariana aguda = risco iminente (emergência).

O par urgência/emergência é o primeiro conteúdo do Capítulo 1.1 e é cobrado justamente porque a linguagem comum trata as duas palavras como sinônimos. Tecnicamente, urgência é a ocorrência imprevista de agravo à saúde, com ou sem risco potencial de vida, cujo portador necessita de assistência médica imediata; emergência é a constatação médica de condição de agravo que implique risco iminente de vida ou sofrimento intenso, exigindo tratamento médico imediato.

A palavra que separa os dois conceitos não é 'grave' nem 'muito grave': é potencial (urgência) contra iminente (emergência). A fratura fechada de antebraço, com perfusão e função distais preservadas, precisa de analgesia, imobilização, avaliação e revisão de vacinação antitetânica no mesmo dia — a janela é medida em horas. A dor torácica em aperto com irradiação e sudorese fria é suspeita de síndrome coronariana aguda, com risco atual de arritmia fatal — a janela é medida em minutos.

O Capítulo 1.1 alerta ainda que a diferença não é apenas de gravidade instantânea: é de tempo disponível até o dano irreversível. Uma queimadura extensa é gravíssima e ainda assim permite atuar com método; uma obstrução total de via aérea é 'menor' em extensão e mata em minutos. O que define emergência é o relógio.

Vale registrar, também do mesmo capítulo, que a constatação formal da condição de emergência é atribuída ao médico, ainda que o reconhecimento inicial em campo seja de qualquer socorrista treinado — e que o acionamento do socorro não é o critério classificatório, já que urgências também são reguladas e transportadas.

Por que as outras estão erradas

  • BErrada. Classificar a dor torácica como urgência ignora o risco iminente de evolução para arritmia fatal; emergência não exige que as funções vitais já tenham cessado.
  • CErrada. Inverte os dois casos. Comprometimento de estrutura óssea não define emergência, e a dor torácica descrita, com sudorese fria e irradiação, é quadro típico, não inespecífico.
  • DErrada. O acionamento do serviço móvel de urgência pode ocorrer nos dois casos e não é o critério de classificação; a fratura descrita não implica risco iminente de vida.
  • EErrada. Chega ao par certo pelo motivo errado. A intensidade da dor não classifica urgência ou emergência — uma vítima de terceiro grau extenso pode referir pouca dor no centro da lesão.
A armadilha desta questãoDuas alternativas trazem o mesmo par 'urgência e emergência'; o que as separa é a justificativa. Leia sempre a explicação, porque a Cesgranrio usa esse recurso para punir quem marca pela primeira metade da frase.

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.1 · Urgência e emergência: distinção conceitual e organização do socorro

Questão 2 de 5Biossegurança do socorrista e conduta no acidente com material biológicomédia

No ambulatório de um terminal, uma técnica de enfermagem sofre punção acidental no dedo com agulha utilizada momentos antes em um trabalhador atendido na sala de procedimentos. A conduta imediata correta é

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Resposta: B. Lavagem simples com água e sabão, comunicação imediata e avaliação precoce para eventual profilaxia pósexposição.

O Capítulo 1.2 padroniza a conduta no acidente com material biológico em três movimentos: cuidado local imediato, comunicação imediata e avaliação rápida. O cuidado local é simples — lavagem com água e sabão na pele e lavagem abundante com água ou solução fisiológica em mucosa. Nada além disso.

Os dois procedimentos que a apostila marca como erros clássicos são justamente espremer o ferimento para 'fazer sangrar' e aplicar substâncias cáusticas (hipoclorito, álcool na ferida, éter, glutaraldeído). Ambos aumentam a lesão tecidual sem reduzir o risco de transmissão — ou seja, machucam mais e não protegem.

O terceiro elemento é o tempo. A eficácia da profilaxia pós-exposição depende da precocidade, idealmente nas primeiras horas, e envolve a avaliação do caso-fonte e da acidentada por profissional habilitado. Por isso 'resolver depois do plantão' é conduta errada, e não apenas descuidada.

Fecha o ciclo o registro: anotação no prontuário ocupacional, emissão da CAT e notificação, já que acidente de trabalho com exposição a material biológico é agravo de notificação compulsória. E, como o Capítulo 1.2 e o Capítulo 2.3 destacam, a CAT é devida ainda que não haja afastamento do trabalho — a existência de afastamento não é condição para a comunicação.

Por que as outras estão erradas

  • AErrada. Espremer o local é expressamente contraindicado: aumenta a lesão tecidual e não reduz o risco de transmissão.
  • CErrada. Cáusticos sobre a ferida são contraindicados e adiar o atendimento compromete a eficácia da profilaxia, que depende de precocidade.
  • DErrada. A conduta não é expectante. Esperar sintomas inviabiliza a profilaxia pós-exposição, que precisa ser iniciada muito antes de qualquer manifestação.
  • EErrada. Acerta a lavagem, mas erra na dispensa da CAT: a comunicação é devida mesmo sem afastamento do trabalho.
A armadilha desta questãoA alternativa E começa certa e termina errada. O primeiro cuidado local está correto; o erro está em condicionar a CAT à existência de afastamento.

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.2 · Biossegurança do socorrista e conduta no acidente com material biológico

Questão 3 de 5Doença profissional e doença do trabalho na legislação previdenciáriamédia

A legislação previdenciária brasileira equipara ao acidente do trabalho duas entidades mórbidas: a doença profissional e a doença do trabalho. A respeito dessa distinção e de suas consequências, é correto afirmar que

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Resposta: A. Reproduz com fidelidade a distinção legal: doença profissional está ligada ao trabalho peculiar a determinada atividade; doença do trabalho, às condições especiais em que o trabalho é realizado.

A Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, em seu art. 20, considera acidente do trabalho duas entidades mórbidas. O inciso I define doença profissional como a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo órgão competente. O inciso II define doença do trabalho como a adquirida ou desencadeada em função de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele se relacione diretamente, constante da mesma relação.

A diferença prática, explicada no Capítulo 2.3, é a seguinte: a doença profissional é a 'marca registrada' de uma atividade — silicose em quem trabalha exposto a poeira de sílica, saturnismo em quem trabalha com chumbo, benzenismo em quem manipula benzeno —, e o nexo é praticamente presumido pelo cargo. A doença do trabalho não é peculiar à profissão: pode acometer qualquer pessoa, mas naquele caso surgiu ou se agravou por causa das condições em que o trabalho era realizado, como a lombalgia decorrente de levantamento manual repetido de cargas sem meio auxiliar. Aqui o nexo precisa ser demonstrado.

Atenção a um detalhe que a alternativa B explora: ambas as espécies fazem referência à relação oficial. O texto legal exige a constância na relação para as duas — não é a lista que as diferencia. E a própria lei prevê que, em caso excepcional, constatando-se que a doença não incluída na relação resultou das condições especiais em que o trabalho é executado, a Previdência Social deve considerá-la acidente do trabalho: a lista não é exaustiva. O mesmo art. 20, em seu § 1º, lista o que não é considerado doença do trabalho: a doença degenerativa, a inerente a grupo etário, a que não produza incapacidade laborativa e a doença endêmica adquirida por segurado habitante de região em que ela se desenvolva — esta última com uma exceção expressa, quando comprovado que resultou de exposição ou contato direto determinado pela natureza do trabalho.

Por que as outras estão erradas

  • BErrada. Inverte os conceitos e afirma algo falso: a referência à relação oficial existe para as duas espécies, e não é ela que as diferencia.
  • CErrada. A doença degenerativa e a inerente a grupo etário estão expressamente entre as hipóteses excluídas do conceito de doença do trabalho.
  • DErrada. A regra é o oposto: a doença endêmica adquirida por habitante da região está excluída, salvo comprovação de que resultou de exposição ou contato direto determinado pela natureza do trabalho.
  • EErrada. A doença que não produz incapacidade laborativa está entre as hipóteses excluídas do conceito de doença do trabalho.
A armadilha desta questãoAs alternativas C, D e E transformam em regra as hipóteses que a lei exclui. Memorize o rol de exclusões e a única exceção que ele admite — a da doença endêmica ligada à natureza do trabalho.

Onde está no Dossiê: Capítulo 2.3 · Doença profissional e doença do trabalho na legislação previdenciária

Questão 4 de 5PGR: inventário de riscos, plano de ação e ordem de prioridade das medidas de prevenção

Na plataforma de carregamento rodoviário de gasolina de uma base da Transpetro, a avaliação da exposição ocupacional indica concentração de vapores de hidrocarbonetos acima do nível de ação na zona respiratória dos operadores. A equipe de segurança discute como registrar o achado e que medida adotar. De acordo com a NR-01, a conduta correta é

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Resposta: C. O achado vai para o inventário de riscos e a medida decorrente para o plano de ação, respeitada a ordem de prioridade que coloca a proteção coletiva antes da individual.

O Programa de Gerenciamento de Riscos é composto obrigatoriamente por dois documentos, e a questão testa exatamente a função de cada um. O inventário de riscos ocupacionais é o documento de diagnóstico: caracteriza os processos e ambientes, descreve os perigos e as possíveis lesões, identifica fontes e circunstâncias, reúne os dados de monitoramento da exposição e traz a avaliação e a classificação dos riscos. O plano de ação é o documento de intervenção: diz quais medidas serão introduzidas, aprimoradas ou mantidas, com cronograma, responsáveis e forma de aferir o resultado. Um achado de medição, portanto, entra no inventário; a medida decorrente entra no plano de ação. Veja o Capítulo 3.2.

A segunda metade da resposta correta é a ordem de prioridade das medidas de prevenção, que a NR-01 impõe como sequência obrigatória e não como cardápio: eliminação dos fatores de risco; minimização e controle por medidas de proteção coletiva; minimização e controle por medidas administrativas ou de organização do trabalho; e, por último, adoção de medidas de proteção individual. No caso concreto, isso significa buscar primeiro a conversão do carregamento para sistema por baixo, com recuperação de vapores — uma medida de engenharia que protege todos os expostos —, e só depois pensar no respirador para as tarefas residuais.

Há ainda um ponto reforçado pela NR-09 e cobrado com frequência: a exposição acima do nível de ação obriga à adoção de medidas preventivas independentemente do uso de equipamento de proteção individual. O EPI reduz a exposição de quem o está usando corretamente naquele instante; ele não reduz o risco do ambiente e não legaliza a concentração elevada.

Por fim, guarde o encadeamento completo que o Capítulo 3.2 desenha: o PGR identifica e classifica o risco, o inventário registra o risco por função, o PCMSO define os exames a partir desse inventário e, quando o controle médico encontra alteração, a informação retorna ao PGR para reavaliação. O circuito se fecha.

Por que as outras estão erradas

  • AErrada. O PPRA foi extinto e substituído justamente pelo PGR. Além disso, o PPRA cuidava apenas dos riscos ambientais, enquanto o PGR abrange todos os riscos ocupacionais, inclusive os ergonômicos e os de acidentes.
  • BErrada. O EPI é o último degrau da hierarquia de medidas de prevenção, e nunca dispensa a atuação sobre a fonte. Exposição acima do nível de ação exige medidas preventivas independentemente do uso de proteção individual.
  • DErrada. O gerenciamento de riscos ocupacionais é o processo; o programa de gerenciamento de riscos é o programa documentado desse processo. Não são sinônimos, e arquivar o laudo não substitui nem um nem outro.
  • EErrada. Além de a inclusão do dado de monitoramento no inventário ser imediata, a norma exige revisão da avaliação de riscos sempre que houver mudança de processo, implantação de novas medidas, acidente, doença relacionada ao trabalho ou nova exigência normativa — não é preciso esperar o prazo programado.
A armadilha desta questãoA armadilha é a alternativa que apresenta o EPI como solução suficiente. Sempre que uma alternativa colocar a proteção individual como primeira ou única medida, descarte-a: na NR-01 o EPI é o último recurso.

Onde está no Dossiê: Capítulo 3.2 · PGR: inventário de riscos, plano de ação e ordem de prioridade das medidas de prevenção

Questão 5 de 5Cálculo de gotejamento em macrogotasdifícil

Um trabalhador atendido no ambulatório de um terminal recebe prescrição de 900 mL de solução fisiológica a 0,9%, por via intravenosa, a correr em 5 horas, com equipo de macrogotas (20 gotas por mililitro). O gotejamento deve ser ajustado para

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Resposta: C. 900 ÷ (3 × 5) = 60 gotas por minuto, o mesmo que (900 × 20) ÷ (5 × 60) = 60.

O cálculo de gotejamento decorre diretamente das equivalências: 1 mL corresponde a 20 macrogotas e a 60 microgotas, de modo que 1 gota equivale a 3 microgotas. O Capítulo 4.7 apresenta as fórmulas e mostra de onde elas vêm.

Pela fórmula completa: gotas por minuto = (volume em mL × 20 gotas/mL) ÷ (tempo em horas × 60 minutos). Substituindo: (900 × 20) ÷ (5 × 60) = 18.000 ÷ 300 = 60 gotas por minuto.

Pela fórmula simplificada, que é a mesma conta: como 20 ÷ 60 = 1/3, sobra gotas por minuto = volume ÷ (3 × tempo em horas). Substituindo: 900 ÷ (3 × 5) = 900 ÷ 15 = 60. Os dois caminhos coincidem, o que confirma o resultado. Verificação de coerência: 60 gotas por minuto ÷ 20 gotas por mL = 3 mL por minuto; 3 mL/min × 60 min = 180 mL por hora; 180 mL/h × 5 h = 900 mL. Fecha exatamente com o volume prescrito. Sempre que possível, faça essa volta: ela desmascara erro de fórmula em poucos segundos.

Os erros clássicos estão todos representados nas alternativas. Usar a fórmula das microgotas — volume ÷ horas — produziria 180, que é a resposta certa em microgotas por minuto, mas errada para o equipo de macrogotas do enunciado; repare que 180 também é o valor em mL por hora, coincidência que reforça a confusão. Esquecer de multiplicar pelo fator de gotejamento produziria 3, que na verdade é o valor em mL por minuto. Aplicar volume ÷ 3, sem o tempo, produziria 300. E adotar um fator de 10 gotas por mL produziria 30.

Por que as outras estão erradas

  • AErrada. O valor 3 é o resultado de 900 ÷ 300 minutos, ou seja, a velocidade em mL por minuto — falta multiplicar pelo fator de 20 gotas por mL.
  • BErrada. O valor 30 resulta do uso de um fator de gotejamento de 10 gotas por mililitro, e não das 20 gotas por mililitro do equipo de macrogotas.
  • DErrada. O valor 180 é o resultado da fórmula das microgotas (volume ÷ horas) e corresponde também à velocidade em mL por hora; o enunciado, porém, especifica equipo de macrogotas.
  • EErrada. O valor 300 resulta de aplicar volume ÷ 3 sem incluir o tempo de infusão no denominador.
A armadilha desta questãoSe o resultado em macrogotas der um número muito alto, verifique se você não usou a fórmula das microgotas. Macrogotas: volume dividido por três vezes as horas.

Onde está no Dossiê: Capítulo 4.7 · Cálculo de gotejamento em macrogotas

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Como é a prova de Enfermagem do Trabalho

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Enfermagem do Trabalho (Fase 1) e 10 de Português e 10 de Matemática (Fase 2). Seguem na classificação só as 2 × (vagas + cadastro de reserva) melhores notas da Fase 1, por ênfase, polo e modalidade de concorrência (Edital 03, subitem 7.1.2, alínea d). Em Enfermagem do Trabalho, isso dá 22 pessoas no total. Por isso as questões desta página são todas de Conhecimentos Específicos: é ali que a vaga se decide.

Perguntas sobre o simulado de Enfermagem do Trabalho

Tem simulado grátis da Transpetro 2026 para Enfermagem do Trabalho?

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Estas questões caíram em provas anteriores?

Não. São questões inéditas, escritas para o edital de 2026 no padrão da Fundação Cesgranrio: cinco alternativas, enunciado com situação de trabalho e alternativas erradas montadas sobre os erros mais comuns. Cada comentário aponta o capítulo da apostila onde o assunto está.

Quantas questões tem a prova de Enfermagem do Trabalho?

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Enfermagem do Trabalho e 10 de Português e 10 de Matemática. A prova é no domingo, 6 de dezembro de 2026.

Errei a maioria. Ainda dá tempo para Enfermagem do Trabalho?

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Questões do Simulado 01 do Dossiê Único de Enfermagem do Trabalho: inéditas, escritas no padrão da Fundação Cesgranrio a partir do conteúdo programático do Edital 03 do processo seletivo Transpetro 2026. Não são questões de provas anteriores. Atualizado em 29/10/2026.