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Transpetro 2026 · Edital 03 · Quadro de Terra (Nível Médio)

Simulado Transpetro 2026 de Inspeção de Equipamentos e Instalações: 5 questões comentadas

Cinco questões inéditas de Conhecimentos Específicos de Inspeção de Equipamentos e Instalações, no padrão da Cesgranrio. Marque a sua resposta e veja na hora o comentário de cada alternativa e a armadilha da questão.

Prova em 6 de dezembro
Questões na prova6040 do cargo · 10 de Português e 10 de Matemática
Nesta página5de Conhecimentos Específicos, com comentário
No simulado completo60na proporção da prova
Vagas3imediatas · 38 com cadastro de reserva

Responda sem consultar nada, como no dia da prova. Os temas: Fluxograma de engenharia (P&ID) — identificação de instrumentos; Metrologia — exatidão, precisão, tendência e correção; Cinemática — movimento circular uniforme; Siderurgia — alto-forno, aciaria e conversores; Leis de Faraday aplicadas ao consumo de anodo de sacrifício.

Questão 1 de 5Fluxograma de engenharia (P&ID) — identificação de instrumentos

No fluxograma de engenharia (P&ID) de uma casa de bombas de terminal, aparece, junto ao mancal de uma bomba de transferência, um balão identificado como TSH-4102, desenhado como círculo simples, sem nenhuma linha horizontal atravessando-o. Esse balão representa um instrumento do tipo

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Resposta: E. T de temperatura, S de chave, H de valor alto; e o círculo simples, sem linha, identifica instrumento montado no campo.

O Capítulo 1.4 mostra que todo balão de instrumento carrega duas informações: as letras dizem o que o instrumento faz, e a forma do balão diz onde ele está e quem o acessa. A simbologia de referência é a da ISA 5.1, adotada com adaptações pela maioria das empresas.

As letras seguem uma ordem rígida. A primeira letra é a variável medida: P de pressão, T de temperatura, F de vazão, L de nível, A de análise, S de velocidade, Z de posição. As letras seguintes são a função: I de indicador, R de registrador, C de controlador, T de transmissor, V de válvula, A de alarme, S de chave (switch), G de visor, E de elemento primário. E existem os modificadores H (alto), L (baixo), HH (muito alto) e LL (muito baixo). Em TSH, portanto: T é temperatura, S é chave e H é alto — chave de temperatura de valor alto. É o instrumento típico de intertravamento de parada de bomba por mancal quente.

A forma do balão completa a leitura. Círculo simples, sem linha, indica instrumento montado no campo, junto ao processo. Círculo com uma linha horizontal cheia atravessando indica painel na sala de controle, acessível ao operador; com linha tracejada, atrás do painel, não acessível; com duas linhas, painel local; círculo dentro de quadrado, função executada pelo sistema digital de controle; e losango, função de intertravamento ou lógica. O número 4102 é a malha à qual o instrumento pertence, e é por ele que se buscam a folha de dados, o registro de calibração e o histórico do instrumento. Repare na consequência para a inspeção: por estar no campo, o TSH-4102 é acessado fisicamente na bomba para verificação e recalibração periódica, e sua atuação precisa ser testada junto com a lógica de parada que ele comanda.

Por que as outras estão erradas

  • ATransmissor seria TT, e painel na sala de controle exigiria o círculo com linha horizontal cheia. As duas informações estão trocadas.
  • BAcerta a variável e a função (chave de temperatura no campo), mas troca o modificador: L seria valor baixo; a questão traz H, que é valor alto.
  • CIndicador é I, alarme é A, e instrumento atrás do painel é representado por círculo com linha horizontal tracejada — nada disso corresponde a TSH em círculo simples.
  • DConfunde a letra S com transmissor. Transmissor é T como letra subsequente (TT); S é chave (switch).
A armadilha desta questãoA primeira letra é sempre a variável e as seguintes são a função — PT existe, TP não. E balão sem linha é campo; com linha cheia é sala de controle.

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.4 · Fluxograma de engenharia (P&ID) — identificação de instrumentos

Questão 2 de 5Metrologia — exatidão, precisão, tendência e correçãomédia

Na verificação intermediária de um micrômetro do laboratório de um terminal, o instrumento é comparado com um bloco-padrão rastreável de 50,000 mm. Cinco indicações sucessivas são obtidas: 50,021 mm; 50,022 mm; 50,020 mm; 50,022 mm; 50,020 mm. Com base no vocabulário da metrologia, a conclusão correta é que o instrumento se mostra

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Resposta: D. Média 50,021 mm, tendência +0,021 mm, dispersão 0,002 mm: instrumento preciso e pouco exato, com correção de −0,021 mm até que seja ajustado e recalibrado.

O Capítulo 1.5 separa dois conceitos que a linguagem comum trata como sinônimos, e a banca cobra a distinção com rigor, geralmente pela imagem do alvo de tiro. Exatidão é acertar o centro: as indicações, em média, coincidem com o valor de referência. Precisão é agrupar os tiros: as indicações repetidas ficam próximas entre si, não importa onde caiam.

A conta é curta. A média das cinco indicações é (50,021 + 50,022 + 50,020 + 50,022 + 50,020) dividido por 5 = 250,105 / 5 = 50,021 mm. A dispersão é de apenas 0,002 mm, da ordem da própria resolução do instrumento — os tiros estão agrupados, e portanto a precisão é boa, com erro aleatório pequeno. Já a tendência (bias), que é a estimativa do erro sistemático, vale média das indicações menos valor do padrão: 50,021 − 50,000 = +0,021 mm. O grupo inteiro está deslocado, e por isso a medição é pouco exata. É o caso clássico preciso e não exato — o mais perigoso de todos, porque a consistência das leituras transmite falsa confiança.

Como o erro é sistemático, ele é corrigível de duas maneiras. A correção é o valor que se soma à indicação para compensar o erro, ou seja, o erro com o sinal trocado: correção = −0,021 mm. Enquanto o micrômetro não for ajustado, toda indicação dele deve ser corrigida subtraindo-se 0,021 mm. A outra saída é ajustar o instrumento, zerando-o com a chave própria — e o Capítulo 1.5 lembra que, depois de qualquer ajuste, é obrigatória nova calibração, porque o certificado anterior descrevia um instrumento que deixou de existir.

Um detalhe que a banca gosta de explorar: exatidão não recebe número. Não se escreve exatidão de 0,021 mm. O que se expressa numericamente é erro, tendência, incerteza ou erro máximo admissível.

Por que as outras estão erradas

  • AInverte o diagnóstico. A dispersão é mínima (0,002 mm) e a média está deslocada 0,021 mm — isso é precisão boa com exatidão ruim, e o erro é sistemático, não aleatório.
  • BA dispersão pequena de fato indica boa precisão, mas exatidão exige concordância com o valor de referência, e a média está 0,021 mm acima do padrão. Precisão não garante exatidão.
  • CAcerta o diagnóstico e a tendência, mas erra a natureza do erro: repetir a medição não corrige erro sistemático, porque todas as repetições erram igual. Só o erro aleatório tem seu efeito reduzido pela média.
  • EUsa 50,022 mm (uma indicação isolada, e não a média) e aplica a correção com o mesmo sinal do erro. Correção é sempre o erro com sinal trocado.
A armadilha desta questãoCorreção é o erro com o sinal INVERTIDO. E repetir medição não conserta erro sistemático — só reduz o efeito do erro aleatório sobre a média.

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.5 · Metrologia — exatidão, precisão, tendência e correção

Questão 3 de 5Cinemática — movimento circular uniformemédia

A placa de identificação de uma bomba centrífuga de um terminal informa rotação de 1 200 rpm. O rotor tem diâmetro de 0,40 m. Adotando π = 3,14, a velocidade angular do rotor e a velocidade linear de um ponto na extremidade da pá valem, respectivamente,

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Resposta: B. f = 1 200/60 = 20 Hz; ω = 2πf = 125,6 rad/s; R = 0,20 m; v = ωR = 25,12 m/s.

O Capítulo 2.1 apresenta um roteiro fixo para converter um dado de placa de máquina em grandezas do movimento circular, e ele resolve praticamente todas as questões do tema.

Passo 1 — de rpm para hertz. Rotação por minuto vira rotação por segundo dividindo por 60: f = 1 200 / 60 = 20 Hz. Passo 2 — de hertz para radianos por segundo. Como uma volta completa corresponde a 2π radianos, a velocidade angular vale ω = 2πf = 2 × 3,14 × 20 = 125,6 rad/s. Passo 3 — o raio, não o diâmetro. R = 0,40 / 2 = 0,20 m. Passo 4 — a velocidade linear do ponto: v = ω × R = 125,6 × 0,20 = 25,12 m/s, ou cerca de 90 km/h na ponta da pá. Vale acrescentar o que o capítulo destaca sobre o movimento circular uniforme: embora o módulo da velocidade seja constante, existe aceleração, porque a velocidade é uma grandeza vetorial e sua direção muda continuamente. Essa aceleração aponta sempre para o centro e vale a_cp = ω² × R = 125,6² × 0,20, algo em torno de 3,2 mil m/s², mais de trezentas vezes a aceleração da gravidade. É essa a razão física pela qual o material de um rotor e a qualidade do seu balanceamento são itens de inspeção, e não detalhe de fabricação.

Duas relações complementares que costumam aparecer no mesmo enunciado: o período T = 1/f = 1/20 = 0,05 s por volta, e a relação inversa f = 1/T.

Por que as outras estão erradas

  • AConfunde frequência com velocidade angular, tomando ω = f = 20. Falta o fator 2π, que traduz voltas por segundo em radianos por segundo.
  • CAcerta a velocidade angular, mas usa o diâmetro (0,40 m) no lugar do raio ao calcular a velocidade linear, dobrando o resultado.
  • DDivide a rotação por 120 em vez de 60, obtendo f = 10 Hz e, com isso, metade da velocidade angular e metade da velocidade linear.
  • ENão converte rpm em hertz e aplica ω = 2π × 1 200, tratando rotações por minuto como se fossem rotações por segundo.
A armadilha desta questãoSão dois erros em série: rpm dividido por 60 (não por 120) e velocidade linear com o RAIO (não com o diâmetro). Um só deles já leva a um distrator.

Onde está no Dossiê: Capítulo 2.1 · Cinemática — movimento circular uniforme

Questão 4 de 5Siderurgia — alto-forno, aciaria e conversoresfácil

Um inspetor da Transpetro acompanha, em visita técnica à usina que fornece as chapas do costado de um novo tanque de armazenamento, todo o percurso do minério até a placa de aço. Sobre as etapas observadas nessa rota, é correto afirmar que

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Resposta: D. O alto-forno retira oxigênio do minério (redução) e a aciaria retira carbono do gusa (oxidação).

A rota siderúrgica tem duas grandes etapas químicas e elas caminham em sentidos opostos. No alto-forno, o objetivo é arrancar o oxigênio dos óxidos de ferro do minério: é uma REDUÇÃO, feita pelo monóxido de carbono gerado a partir do coque (redução indireta, nas zonas mais frias e mais altas do forno) e pelo próprio carbono sólido (redução direta, nas zonas mais quentes, embaixo). O produto é o ferro-gusa, com 4% a 4,5% de carbono. Na aciaria, o objetivo é o inverso: retirar carbono do gusa até a faixa do aço, e isso se faz soprando oxigênio puro sobre o banho, ou seja, por OXIDAÇÃO. Alto-forno reduz; aciaria oxida. Essa inversão é a armadilha mais clássica do tema e está detalhada no Capítulo 3.1.

Vale fixar também as três funções simultâneas do coque no alto-forno: gerar calor pela combustão, gerar o gás CO que reduz o minério e sustentar fisicamente a carga, garantindo permeabilidade à coluna de sólidos. Enunciados que reduzem o coque a 'combustível' ou a função 'exclusivamente térmica' estão errados por omissão de duas das três funções.

Por fim, o conversor LD (BOF) não queima combustível algum: todo o calor do refino vem da própria oxidação exotérmica de carbono, silício, manganês e fósforo contidos no gusa. Tanto é assim que a sucata é carregada justamente como refrigerante, para o banho não superaquecer.

Por que as outras estão erradas

  • AErrada. O coque tem três funções — combustível, redutor (gera o CO) e suporte físico da carga. O calcário é fundente: forma escória com a ganga, não gera o gás redutor.
  • BErrada. Está invertido: a redução INDIRETA é feita pelo CO, nas zonas mais frias; a DIRETA é feita pelo carbono sólido, nas zonas mais quentes.
  • CErrada. O conversor LD não usa combustível. O calor provém da oxidação exotérmica de C, Si, Mn e P do próprio gusa; a sucata entra como refrigerante.
  • EErrada. 'Acalmado' descreve o grau de desoxidação do aço — o oxigênio dissolvido foi capturado por alumínio e silício, e por isso o aço solidifica sem efervescência. Nada tem a ver com velocidade de resfriamento.
A armadilha desta questãoAlto-forno REDUZ (tira oxigênio); aciaria OXIDA (tira carbono). E redução indireta é pelo CO gasoso, direta é pelo C sólido — não pelo que parece 'mais simples'.

Onde está no Dossiê: Capítulo 3.1 · Siderurgia — alto-forno, aciaria e conversores

Questão 5 de 5Leis de Faraday aplicadas ao consumo de anodo de sacrifíciodifícil

O sistema de proteção catódica por anodos de sacrifício de um trecho de duto enterrado da Transpetro drena corrente média constante de 0,20 A, e os anodos são de magnésio. Dados: massa molar do magnésio igual a 24,3 g/ mol; semirreação Mg → Mg²⁺ + 2 e⁻; constante de Faraday igual a 96 500 C/mol; e 1 ano igual a 3,15 × 10⁷ s. A massa de magnésio teoricamente consumida em um ano de operação é, aproximadamente, de

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Resposta: C. m = (24,3 × 0,20 × 3,15 × 10⁷) ÷ (2 × 96 500) = 793,2 g ≈ 0,79 kg.

O anodo de sacrifício é uma pilha: ele é o polo que oxida, e por isso se consome. Quanto ele perde em um ano é uma aplicação direta das leis de Faraday (Capítulo 4.4), na forma unificada m = (M × i × t) ÷ (n × F) com m em gramas, M em g/mol, i em ampères, t em SEGUNDOS, n igual ao número de elétrons por átomo da semirreação e F = 96 500 C/mol.

Substituindo: m = (24,3 × 0,20 × 3,15 × 10⁷) ÷ (2 × 96 500) m = 1,5309 × 10⁸ ÷ 193 000 m = 793,2 g ≈ 0,79 kg Vale entender a cadeia por trás da fórmula, que dispensa decoreba: a carga que passou é Q = i × t = 0,20 × 3,15 × 10⁷ = 6,30 × 10⁶ C; dividindo por 96 500 C/mol chega-se a 65,28 mol de elétrons; como cada átomo de magnésio libera 2 elétrons, isso corresponde a 32,64 mol de magnésio; e multiplicando pela massa molar, 32,64 × 24,3 = 793,2 g. Como referência de campo, as taxas teóricas de consumo por ampère por ano são de cerca de 3,97 kg para o magnésio, 10,7 kg para o zinco e 2,94 kg para o alumínio — motivo pelo qual o alumínio domina a proteção catódica de estruturas marítimas, onde peso e espaço custam caro. Na prática, aplica-se ainda um fator de eficiência do anodo, tipicamente entre 50% e 95%, que faz o consumo real superar o teórico.

Por que as outras estão erradas

  • AErrada. Resulta de deixar o tempo em horas (8 760 h) em vez de segundos. A constante de Faraday está em coulombs por mol, e coulomb é ampère vezes segundo.
  • BErrada. Usa n = 3, valência do alumínio, em vez de n = 2 do magnésio: 1,5309 × 10⁸ ÷ 289 500 = 528,8 g.
  • DErrada. Esquece a divisão por n = 2: 1,5309 × 10⁸ ÷ 96 500 = 1 586,4 g, exatamente o dobro do valor correto.
  • EErrada. É a taxa teórica de consumo do magnésio para 1 A durante um ano; a corrente do enunciado é de apenas 0,20 A.
A armadilha desta questãoTempo em SEGUNDOS e divisão por n (número de elétrons por átomo, que é 2 no magnésio). Esses dois descuidos produzem, respectivamente, um valor mil vezes menor e outro exatamente o dobro.

Onde está no Dossiê: Capítulo 4.4 · Leis de Faraday aplicadas ao consumo de anodo de sacrifício

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O simulado completo tem 60 questões na proporção da prova, com folha de respostas e gabarito comentado alternativa por alternativa, apontando o capítulo onde cada assunto está. Vem junto com a apostila de todo o conteúdo programático de Inspeção de Equipamentos e Instalações e o cronograma dia a dia até 6/12. R$ 27, pagamento único, 30 dias de garantia.

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Como é a prova de Inspeção de Equipamentos e Instalações

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Inspeção de Equipamentos e Instalações (Fase 1) e 10 de Português e 10 de Matemática (Fase 2). Seguem na classificação só as 2 × (vagas + cadastro de reserva) melhores notas da Fase 1, por ênfase, polo e modalidade de concorrência (Edital 03, subitem 7.1.2, alínea d). Em Inspeção de Equipamentos e Instalações, isso dá 76 pessoas no total. Por isso as questões desta página são todas de Conhecimentos Específicos: é ali que a vaga se decide.

Perguntas sobre o simulado de Inspeção de Equipamentos e Instalações

Tem simulado grátis da Transpetro 2026 para Inspeção de Equipamentos e Instalações?

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Estas questões caíram em provas anteriores?

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Quantas questões tem a prova de Inspeção de Equipamentos e Instalações?

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Inspeção de Equipamentos e Instalações e 10 de Português e 10 de Matemática. A prova é no domingo, 6 de dezembro de 2026.

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Dá, se você parar de estudar tudo igual. Comece pelos tópicos que mais pesam no seu cargo e deixe para leitura rápida o que pesa pouco. O cronograma de Inspeção de Equipamentos e Instalações mostra essa ordem, semana a semana até 6/12.

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Questões do Simulado 01 do Dossiê Único de Inspeção de Equipamentos e Instalações: inéditas, escritas no padrão da Fundação Cesgranrio a partir do conteúdo programático do Edital 03 do processo seletivo Transpetro 2026. Não são questões de provas anteriores. Atualizado em 29/10/2026.