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Transpetro 2026 · Edital 03 · Quadro de Terra (Nível Médio)

Simulado Transpetro 2026 de Contabilidade: 5 questões comentadas

Cinco questões inéditas de Conhecimentos Específicos de Contabilidade, no padrão da Cesgranrio. Marque a sua resposta e veja na hora o comentário de cada alternativa e a armadilha da questão.

Prova em 6 de dezembro
Questões na prova6040 do cargo · 10 de Português e 10 de Matemática
Nesta página5de Conhecimentos Específicos, com comentário
No simulado completo60na proporção da prova
Vagas1imediatas · 11 com cadastro de reserva

Responda sem consultar nada, como no dia da prova. Os temas: Regime de competência e regime de caixa; Classificação de contas no Balanço Patrimonial; Fundamentos da análise econômico-financeira; Apuração do lucro real: adições, exclusões e compensação; Capacidade normal e ociosidade na apropriação dos custos fixos ao estoque.

Questão 1 de 5Regime de competência e regime de caixamédia

A Dutovias do Vale Ltda., prestadora de serviços de manutenção de dutos e estações de bombeamento, apresentou, no exercício de 20X5, os seguintes dados: • serviços prestados e faturados em 20X5: R$ 720.000,00, dos quais R$ 500.000,00 foram recebidos no próprio exercício; • recebimento, em 20X5, de R$ 150.000,00 referentes a serviços prestados em 20X4; • despesas incorridas em 20X5: R$ 430.000,00, das quais R$ 380.000,00 foram pagas no próprio exercício; • pagamento, em 20X5, de R$ 60.000,00 referentes a despesas incorridas em 20X4; • apólice de seguro da frota paga à vista em 1º/10/20X5, no valor de R$ 48.000,00, com cobertura de 12 meses contados dessa data. O resultado do exercício de 20X5, apurado pelo regime de competência, em reais, é de

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Resposta: C. 720.000 de receita ganha, menos 430.000 de despesas incorridas, menos 12.000 de seguro apropriado (3 meses).

O Capítulo 1.2 fixa a regra que resolve a questão: pelo regime de competência, receitas e despesas são reconhecidas no período em que ocorre o fato gerador — a prestação do serviço, para a receita, e o consumo do bem ou serviço, para a despesa —, independentemente de recebimento ou pagamento. A Lei nº 6.404/1976 impõe esse regime à escrituração das companhias, e o dinheiro que entra ou sai é irrelevante para a apuração do resultado. Resolução passo a passo. Receitas de competência de 20X5: apenas os serviços prestados em 20X5, recebidos ou não, isto é, R$ 720.000,00. Os R$ 150.000,00 recebidos de serviços de 20X4 não entram, porque já foram receita no exercício anterior — recebê-los apenas troca um direito (Clientes) por dinheiro (Caixa), o que é fato permutativo. Despesas de competência de 20X5: as incorridas no exercício, pagas ou não, isto é, R$ 430.000,00. Os R$ 60.000,00 pagos referentes a 20X4 não entram, pela mesma razão. Falta o seguro: o pagamento de 1º/10/20X5 comprou 12 meses de cobertura, dos quais apenas 3 meses (outubro, novembro e dezembro) pertencem a 20X5. Quota mensal = 48.000 ÷ 12 = R$ 4.000,00; parcela de 20X5 = 4.000 × 3 = R$ 12.000,00. Os outros R$ 36.000,00 permanecem no ativo circulante, em Despesas Antecipadas, e serão despesa de 20X6.

Resultado por competência = 720.000 − 430.000 − 12.000 = R$ 278.000,00. Só para comparação, pelo regime de caixa o resultado seria (500.000 + 150.000) − (380.000 + 60.000 + 48.000) = 650.000 − 488.000 = R$ 162.000,00 — número que não pode ser levado à DRE.

Por que as outras estão erradas

  • AÉ o resultado pelo regime de CAIXA (entradas de R$ 650.000,00 menos saídas de R$ 488.000,00). O enunciado pede competência, e o regime de caixa é vedado para apurar o resultado contábil da companhia.
  • BDeduz o seguro integralmente (720.000 − 430.000 − 48.000). Erro clássico: tratar despesa antecipada como despesa do período em que foi paga. Só 3 dos 12 meses de cobertura pertencem a 20X5.
  • DIgnora completamente o seguro (720.000 − 430.000). Esquece que parte da apólice foi consumida em 20X5 e precisa ser apropriada como despesa.
  • ESoma à receita os R$ 150.000,00 recebidos em 20X5 mas relativos a serviços de 20X4. Esse valor já foi receita no exercício anterior; reconhecê-lo de novo seria tributar e lucrar duas vezes o mesmo fato.
A armadilha desta questãoDespesa antecipada é ATIVO: aproprie apenas os meses já decorridos até a data do balanço, e nunca confunda o recebimento de créditos antigos com receita nova.

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.2 · Regime de competência e regime de caixa

Questão 2 de 5Classificação de contas no Balanço Patrimonialfácil

Uma transportadora de derivados de petróleo levanta seu Balanço Patrimonial em 31/12/20X6, com exercício social coincidente com o ano civil e ciclo operacional inferior a doze meses. Classifica-se no ativo não circulante, subgrupo realizável a longo prazo, o seguinte item:

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Resposta: A. Direito com sociedade controlada que não constitui negócio usual vai ao realizável a longo prazo, qualquer que seja o prazo de vencimento.

O Capítulo 1.3 mostra que a régua geral de separação entre circulante e não circulante é o tempo: realiza-se ou vence até o fim do exercício seguinte, é circulante; depois disso, é não circulante. Só que a Lei nº 6.404/1976 abre uma exceção expressa, e é justamente ela que a banca cobra: os direitos derivados de vendas, adiantamentos ou empréstimos a sociedades coligadas ou controladas, a diretores, acionistas ou participantes no lucro vão para o realizável a longo prazo INDEPENDENTEMENTE DO PRAZO, quando não constituírem negócio usual da companhia.

Por isso o adiantamento de 90 dias a uma controlada, embora vença dentro do exercício seguinte, não é ativo circulante. A razão econômica é simples: operações entre partes ligadas não decorrem de negociação de mercado e podem ser renovadas indefinidamente, de modo que o prazo contratual não é prova de liquidez. A lei prefere afastálas do circulante para não inflar a aparência de folga financeira de curto prazo. As demais alternativas testam o mapa dos grupos: despesas antecipadas do exercício seguinte são ativo circulante; participação permanente em coligada é investimento; direito de uso de software é intangível; e duplicata que vence dentro do exercício seguinte é ativo circulante comum. Reveja, no Capítulo 1.3, o box que separa Investimentos de Imobilizado e o que separa Imobilizado de Intangível: são os dois pares mais cobrados do tema.

Por que as outras estão erradas

  • BÉ ativo circulante — despesas antecipadas. A própria lei manda classificar no circulante as aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte.
  • CÉ ativo não circulante, mas no subgrupo INVESTIMENTOS, não no realizável a longo prazo. Participação permanente em coligada, avaliada por equivalência patrimonial, fica em Investimentos.
  • DÉ ativo não circulante, subgrupo INTANGÍVEL: bem incorpóreo destinado à manutenção da atividade. O suporte físico seria imobilizado; o direito de uso é intangível.
  • EÉ ativo circulante: vence em 15/11/20X7, dentro do exercício seguinte ao balanço de 31/12/20X6.
A armadilha desta questãoO prazo de 90 dias é a isca. Em operação com controlada, coligada, diretor ou acionista que não seja negócio usual, o prazo não importa: vai para o realizável a longo prazo.

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.3 · Classificação de contas no Balanço Patrimonial

Questão 3 de 5Fundamentos da análise econômico-financeirafácil

A área de suprimentos de um terminal avalia as demonstrações contábeis de transportadoras interessadas em um contrato de serviço continuado. Sobre os fundamentos da análise econômico-financeira, é correto afirmar que

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Resposta: C. Financeiro é sobre pagar (liquidez, endividamento, estrutura de capitais); econômico é sobre ganhar (lucratividade, rentabilidade).

O Capítulo 2.1 explica que o nome composto 'análise econômico-financeira' reúne duas perguntas diferentes. A situação FINANCEIRA é a pergunta do dinheiro: a empresa consegue honrar seus compromissos nos prazos em que eles vencem? Responde-se a ela com liquidez, endividamento e estrutura de capitais. A situação ECONÔMICA é a pergunta do resultado: a empresa gera lucro e o capital nela aplicado está rendendo? Responde-se com lucratividade e rentabilidade.

A distinção não é acadêmica. Uma empresa pode ser economicamente boa e financeiramente ruim — lucrativa, mas sem caixa para pagar a folha do mês —, e é exatamente aí que muita empresa lucrativa quebra. O contrário também existe: caixa cheio e prejuízo recorrente.

Duas confusões de vocabulário completam o capítulo e aparecem nas alternativas erradas. A primeira: capital de terceiros é apenas passivo circulante mais passivo não circulante; somando o patrimônio líquido, chega-se ao lado direito inteiro do balanço, que é igual ao ativo total, e não ao capital de terceiros. A segunda: análise não é auditoria. A análise parte do princípio de que as demonstrações estão corretas e pergunta 'o que esses números dizem?'; a auditoria pergunta 'esses números são confiáveis?'.

Por que as outras estão erradas

  • ARentabilidade divide um lucro por uma conta do balanço (ativo, patrimônio líquido ou capital investido) e mede a situação econômica. Capacidade de pagamento de curto prazo é medida pela liquidez.
  • BLiquidez corrente é ativo circulante dividido por passivo circulante: mede capacidade de pagamento, isto é, situação financeira. Não há lucro na fórmula.
  • DCapital de terceiros é passivo circulante + passivo não circulante, sem o patrimônio líquido. Incluir o PL transforma o valor no total do lado direito do balanço, que é igual ao ativo total.
  • EConfunde as duas atividades. A auditoria examina a confiabilidade das demonstrações; a análise trabalha sobre demonstrações tidas como corretas para extrair diagnóstico.
A armadilha desta questão'Passivo total' costuma designar o lado direito inteiro do balanço, igual ao ativo total; 'capital de terceiros' ou 'passivo exigível' é só PC + PNC.

Onde está no Dossiê: Capítulo 2.1 · Fundamentos da análise econômico-financeira

Questão 4 de 5Apuração do lucro real: adições, exclusões e compensaçãodifícil

Uma companhia de transporte dutoviário, tributada pelo lucro real anual, apurou lucro líquido do exercício, antes do IRPJ e da CSLL, de R$ 3.200.000,00. Levantados os ajustes do período, verificou-se: • multas por infrações ambientais e de trânsito contabilizadas como despesa: R$ 90.000,00; • provisão para riscos trabalhistas constituída no exercício: R$ 260.000,00; • brindes distribuídos a clientes: R$ 50.000,00; • resultado positivo de equivalência patrimonial em controlada: R$ 180.000,00; • reversão de provisão para riscos cíveis adicionada em exercício anterior: R$ 120.000,00; • saldo de prejuízo fiscal de exercícios anteriores, controlado na Parte B do LALUR: R$ 1.400.000,00. O lucro real do exercício, em reais, é de

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Resposta: C. Lucro ajustado de R$ 3.300.000,00, compensação limitada a R$ 990.000,00 (30% do lucro ajustado) e lucro real de R$ 2.310.000,00.

O Capítulo 3.4 fixa o roteiro e a ordem em que ele deve ser percorrido: lucro líquido antes do IRPJ e da CSLL, mais adições, menos exclusões, chegando ao lucro ajustado; só então se compensa o prejuízo fiscal, respeitado o limite de 30%.

Passo 1 — adições. São despesas contabilizadas que a legislação considera indedutíveis: multas por infração (R$ 90.000,00 — diferença permanente, pois nunca se reverterá), provisão para riscos trabalhistas (R$ 260.000,00 — diferença temporária, porque será excluída quando revertida ou quando a perda se realizar) e brindes (R$ 50.000,00). Total: R$ 400.000,00.

Passo 2 — exclusões. São receitas contabilizadas que a legislação não tributa: resultado positivo de equivalência patrimonial (R$ 180.000,00 — o lucro já foi tributado na investida) e reversão de provisão que havia sido adicionada quando constituída (R$ 120.000,00 — excluir evita tributar duas vezes o mesmo valor). Total: R$ 300.000,00.

Passo 3 — lucro ajustado = 3.200.000 + 400.000 − 300.000 = R$ 3.300.000,00.

Passo 4 — compensação do prejuízo fiscal. A Lei nº 9.065/1995, art. 15, limita a compensação a 30% do lucro líquido ajustado pelas adições e exclusões: 30% × 3.300.000 = R$ 990.000,00. Como o saldo disponível (R$ 1.400.000,00) é maior que o teto, compensa-se apenas R$ 990.000,00. Regra a memorizar: compensa-se o MENOR valor entre o saldo de prejuízo e 30% do lucro ajustado.

Passo 5 — lucro real = 3.300.000 − 990.000 = R$ 2.310.000,00. Restam R$ 410.000,00 de prejuízo fiscal na Parte B do LALUR (hoje e-Lalur, dentro da ECF), sem prazo para uso em exercícios futuros.

Por que as outras estão erradas

  • ACompensa integralmente o saldo de prejuízo fiscal (3.300.000 − 1.400.000), ignorando a trava de 30%. Com a trava, a empresa nunca zera o imposto por meio de prejuízos acumulados: pelo menos 70% do lucro ajustado é tributado.
  • BInverte adições e exclusões (3.200.000 − 400.000 + 300.000 = 3.100.000) e ainda aplica a compensação sobre esse valor. Despesa indedutível SOMA; receita não tributável SUBTRAI.
  • DCalcula os 30% sobre o lucro líquido contábil (30% × 3.200.000 = 960.000), e não sobre o lucro já ajustado por adições e exclusões. A trava incide sobre o lucro ajustado.
  • EÉ o lucro ajustado antes da compensação. Havendo saldo de prejuízo fiscal e lucro no período, a compensação é a última etapa do roteiro e não pode ser omitida.
A armadilha desta questãoA trava de 30% é teto, não valor fixo, e incide sobre o lucro JÁ AJUSTADO por adições e exclusões — nunca sobre o lucro contábil bruto.

Onde está no Dossiê: Capítulo 3.4 · Apuração do lucro real: adições, exclusões e compensação

Questão 5 de 5Capacidade normal e ociosidade na apropriação dos custos fixos ao estoquemédia

De acordo com a norma contábil aplicável aos estoques, os valores dos custos indiretos fixos que devem ser incorporados ao custo dos produtos do mês e que devem ser reconhecidos diretamente no resultado do período são, respectivamente, em reais,

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Resposta: B. Taxa de R$ 25,00 por conjunto (R$ 300.000,00 ÷ 12.000), absorvendo 9.000 × R$ 25,00 = R$ 225.000,00 no estoque e reconhecendo R$ 75.000,00 de ociosidade no resultado.

O Capítulo 4.3 trata das regras que decidem o que pode e o que não pode entrar no valor de um estoque. Uma delas, cobrada com frequência, vem do Pronunciamento Técnico CPC 16 — Estoques: os custos indiretos fixos de produção devem ser apropriados ao produto com base na capacidade normal das instalações, e não na produção real, sempre que a produção real ficar abaixo da normal. A parcela não absorvida — a ociosidade — é reconhecida como despesa (ou custo) do período, diretamente no resultado.

A conta tem dois passos. Passo 1, calcular a taxa pela capacidade normal: R$ 300.000,00 ÷ 12.000 conjuntos = R$ 25,00 por conjunto. Passo 2, apropriar essa taxa às unidades efetivamente produzidas: 9.000 × R$ 25,00 = R$ 225.000,00, que integram o custo dos produtos. A ociosidade é o que sobra: R$ 300.000,00 − R$ 225.000,00 = R$ 75.000,00, reconhecidos no resultado do mês.

A lógica da regra é impedir que uma ineficiência melhore o balanço. Se a empresa dividisse os R$ 300.000,00 pelas 9.000 unidades realmente produzidas, cada conjunto carregaria R$ 33,33 de custo fixo em vez de R$ 25,00, os R$ 300.000,00 inteiros entrariam no estoque, o ativo ficaria R$ 75.000,00 maior e o resultado do período, R$ 75.000,00 melhor — apenas porque a fábrica parou. É exatamente isso que a norma proíbe.

A situação inversa também cai: se a produção real for maior que a capacidade normal, usa-se a produção real como divisor, justamente para que as unidades absorvam todo o custo fixo e o estoque não fique superavaliado.

Por que as outras estão erradas

  • AResultado de quem calcula a taxa pela produção real (R$ 300.000,00 ÷ 9.000 = R$ 33,33) e aplica essa taxa às 3.000 unidades não produzidas, obtendo ociosidade de R$ 100.000,00. A taxa correta é calculada pela capacidade normal.
  • CCalcula corretamente a parcela absorvida, mas deixa de reconhecer a ociosidade. Os R$ 75.000,00 não podem simplesmente desaparecer: eles foram incorridos e, por não integrarem o estoque, vão obrigatoriamente ao resultado.
  • DÉ o procedimento vedado pela norma: dividir todo o custo fixo pela produção real, fazendo o estoque absorver os R$ 300.000,00 integralmente. Superavalia o ativo e melhora artificialmente o resultado por causa de uma ineficiência.
  • EInverte os dois valores. Apropria ao estoque somente o custo das 3.000 unidades não produzidas e joga no resultado o custo das unidades efetivamente fabricadas, o que não tem qualquer fundamento.
A armadilha desta questãoQuando a produção real fica ABAIXO da capacidade normal, o divisor é a capacidade normal. Quando fica ACIMA, o divisor é a produção real. A regra existe só para impedir estoque inflado.

Onde está no Dossiê: Capítulo 4.3 · Capacidade normal e ociosidade na apropriação dos custos fixos ao estoque

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Como é a prova de Contabilidade

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Contabilidade (Fase 1) e 10 de Português e 10 de Matemática (Fase 2). Seguem na classificação só as 2 × (vagas + cadastro de reserva) melhores notas da Fase 1, por ênfase, polo e modalidade de concorrência (Edital 03, subitem 7.1.2, alínea d). Em Contabilidade, isso dá 22 pessoas no total. Por isso as questões desta página são todas de Conhecimentos Específicos: é ali que a vaga se decide.

Perguntas sobre o simulado de Contabilidade

Tem simulado grátis da Transpetro 2026 para Contabilidade?

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Estas questões caíram em provas anteriores?

Não. São questões inéditas, escritas para o edital de 2026 no padrão da Fundação Cesgranrio: cinco alternativas, enunciado com situação de trabalho e alternativas erradas montadas sobre os erros mais comuns. Cada comentário aponta o capítulo da apostila onde o assunto está.

Quantas questões tem a prova de Contabilidade?

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Contabilidade e 10 de Português e 10 de Matemática. A prova é no domingo, 6 de dezembro de 2026.

Errei a maioria. Ainda dá tempo para Contabilidade?

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Questões do Simulado 01 do Dossiê Único de Contabilidade: inéditas, escritas no padrão da Fundação Cesgranrio a partir do conteúdo programático do Edital 03 do processo seletivo Transpetro 2026. Não são questões de provas anteriores. Atualizado em 29/10/2026.