Início › Edital 03 › Monitoramento Logístico › Questões comentadas

Transpetro 2026 · Edital 03 · Quadro de Terra (Nível Médio)

Simulado Transpetro 2026 de Monitoramento Logístico: 5 questões comentadas

Cinco questões inéditas de Conhecimentos Específicos de Monitoramento Logístico, no padrão da Cesgranrio. Marque a sua resposta e veja na hora o comentário de cada alternativa e a armadilha da questão.

Prova em 6 de dezembro
Questões na prova6040 do cargo · 10 de Português e 10 de Matemática
Nesta página5de Conhecimentos Específicos, com comentário
No simulado completo60na proporção da prova
Vagas1imediatas · 11 com cadastro de reserva

Responda sem consultar nada, como no dia da prova. Os temas: Atividades primárias e de apoio da logística; Ciclo de suprimento e prazo total de obtenção; Momento de carga em equipamentos de lança; Decreto nº 2.745/1998 — modalidades, tipos e situação jurídica do regulamento; As nove classes de risco da ONU, subclasses e grupos de embalagem.

Questão 1 de 5Atividades primárias e de apoio da logísticafácil

A organização clássica das atividades logísticas separa aquelas que existem em praticamente toda operação e concentram a maior parte do custo total daquelas que lhes dão suporte. Segundo essa divisão, são atividades primárias da logística:

Ver resposta comentada

Resposta: A. Transportes, manutenção de estoques e processamento de pedidos são exatamente as três atividades primárias.

O Capítulo 1.1 apresenta a divisão tradicional das atividades logísticas em dois grupos, definidos pela contribuição de cada atividade para o custo total e para o nível de serviço.

As atividades primárias são apenas três: transportes, manutenção de estoques e processamento de pedidos. Elas existem em praticamente qualquer operação logística e respondem pela maior parte do custo. O transporte costuma ser a maior parcela isolada; a manutenção de estoques imobiliza capital para desacoplar o ritmo de quem fornece do ritmo de quem consome; e o processamento de pedidos, embora barato, é a atividade que dispara todo o ciclo e define o tempo de resposta.

As atividades de apoio são seis: armazenagem, manuseio (movimentação) de materiais, embalagem de proteção, obtenção (compras/suprimento), programação do produto e manutenção de informação. Elas dão suporte às primárias, mas não estão presentes com a mesma intensidade em toda operação.

A armadilha da questão é a proximidade entre pares que parecem sinônimos. 'Manutenção de estoques' é primária, mas 'armazenagem' é de apoio: a primeira trata da decisão de quanto material manter disponível; a segunda, do espaço físico e do controle de guarda. Do mesmo modo, 'transportes' é primária, enquanto 'manuseio de materiais' — a movimentação interna — é de apoio. Vale ainda lembrar o alerta do capítulo: logística não é transporte. O transporte é uma das atividades primárias, geralmente a mais cara, mas a logística inclui estoques, armazenagem, processamento de pedidos, embalagem, compras e informação.

Por que as outras estão erradas

  • BErrada porque inclui armazenagem e embalagem de proteção, que são atividades de apoio; só transportes é primária.
  • CErrada porque obtenção (suprimento) e manutenção de informação são atividades de apoio; só manutenção de estoques é primária.
  • DErrada porque manuseio de materiais e programação do produto são atividades de apoio; só processamento de pedidos é primária.
  • EErrada porque as três — armazenagem, manuseio de materiais e obtenção — são atividades de apoio, sem nenhuma primária no conjunto.
A armadilha desta questãoNão confunda manutenção de estoques (primária, decisão de quanto manter) com armazenagem (apoio, guarda física), nem transportes (primária) com manuseio de materiais (apoio, movimentação interna).

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.1 · Atividades primárias e de apoio da logística

Questão 2 de 5Ciclo de suprimento e prazo total de obtençãomédia

Um terminal precisa adquirir um jogo de selos mecânicos de fabricação sob encomenda para uma parada de manutenção. O histórico da unidade indica os seguintes tempos médios: 25 dias para a tramitação interna, da requisição até a emissão do pedido; 70 dias para o processamento e a fabricação pelo fornecedor; 12 dias para o transporte até o terminal; e 8 dias para o recebimento, a conferência e a inspeção técnica, até a liberação do material para uso. O prazo total de obtenção desse material, em dias, é de

Ver resposta comentada

Resposta: E. 25 + 70 + 12 + 8 = 115 dias.

O Capítulo 1.2 alerta que o prazo de obtenção não é o prazo do fornecedor. Ele soma quatro blocos: o tempo interno de tramitação, o tempo de processamento e fabricação pelo fornecedor, o tempo de transporte e o tempo de recebimento com inspeção — porque o material só está disponível para uso depois do aceite, e não depois do descarregamento.

Resolução passo a passo:

Etapa 1 — tramitação interna: 25 dias.

Etapa 2 — processamento e fabricação: 70 dias.

Etapa 3 — transporte: 12 dias.

Etapa 4 — recebimento, conferência e inspeção: 8 dias.

Soma: 25 + 70 = 95; 95 + 12 = 107; 107 + 8 = 115 dias.

A consequência prática é a que o Capítulo 1.3 explora no ponto de pedido: o tempo de reposição que entra na fórmula do ponto de pedido é esse prazo total, e não o prazo prometido pelo fornecedor. Usar apenas os 70 dias do fornecedor subdimensiona o ponto de pedido em 45 dias de consumo — a causa mais comum de ruptura em item de fabricação sob encomenda.

Há ainda um alerta específico do capítulo para o caso da Transpetro: como sociedade de economia mista, integrante da administração pública indireta, ela se submete a um regime formal de contratação, o que alonga justamente o bloco de tramitação interna. Por isso, em uma estatal, o tempo interno costuma pesar mais do que a intuição sugere — e é o único bloco que a própria organização controla sozinha.

Por que as outras estão erradas

  • AErrada. São 70 dias apenas do processamento e da fabricação pelo fornecedor; ignora tramitação interna, transporte e inspeção.
  • BErrada. Corresponde a 70 + 12 + 8, ou seja, esquece os 25 dias de tramitação interna, que são exatamente os que a empresa controla.
  • CErrada. Corresponde a 25 + 70, desprezando transporte e recebimento com inspeção.
  • DErrada. Corresponde a 25 + 70 + 12, parando no descarregamento; mas o material só fica disponível após o aceite, o que exige somar os 8 dias de recebimento e inspeção.
A armadilha desta questãoO prazo de obtenção termina no aceite, não na chegada do caminhão. Entrada em estoque é consequência da inspeção aprovada, e não do descarregamento.

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.2 · Ciclo de suprimento e prazo total de obtenção

Questão 3 de 5Momento de carga em equipamentos de lançamédia

Um guindauto de capacidade nominal de 15 t·m será usado para descarregar uma válvula de bloqueio de 2,1 t no pátio de um terminal. A carga será posicionada a 6 m do centro de giro do equipamento. Para o içamento, serão utilizados um balancim de 0,2 t e um conjunto de cintas e manilhas de 0,1 t. Considerando o peso dos acessórios e comparando apenas com a capacidade nominal em tonelada-metro, o momento exigido pela operação e a conclusão são:

Ver resposta comentada

Resposta: C. Carga total de 2,4 t; momento de 2,4 × 6 = 14,4 t·m, inferior aos 15,0 t·m nominais.

O Capítulo 2.1 explica por que equipamentos de lança têm sua capacidade expressa em tonelada-metro: o esforço que tende a tombar a máquina não depende apenas do peso, mas do peso multiplicado pela distância horizontal até o ponto de apoio. Momento (t·m) = Carga (t) × Raio (m). É por isso que um guindauto é vendido como 'de 12 t·m' e não como 'de 12 toneladas' — o mesmo equipamento levanta 6 t a 2 m, 3 t a 4 m ou 1 t a 12 m.

O capítulo também é enfático quanto aos acessórios de içamento: cabo, cinta, corrente, manilha, balancim, olhal e gancho ficam entre o gancho e a carga e, portanto, o peso deles entra na conta. Além disso, a capacidade do conjunto é sempre a do elo mais fraco.

Resolução passo a passo:

Passo 1 — carga total suspensa: 2,1 t (válvula) + 0,2 t (balancim) + 0,1 t (cintas e manilhas) = 2,4 t. Passo 2 — momento exigido: 2,4 t × 6 m = 14,4 t·m.

Passo 3 — comparação com a capacidade nominal: 14,4 t·m é menor que 15,0 t·m. Na comparação com o valor nominal, a operação cabe, com margem de 0,6 t·m.

Uma advertência indispensável, e que o capítulo faz questão de registrar: a comparação com o número nominal é apenas o primeiro filtro. Quem realmente define o que pode ser içado é a tabela de carga do fabricante, que cruza raio, comprimento de lança e ângulo e já traz as perdas reais para cada configuração. Um equipamento nominalmente de 15 t·m pode não entregar esse valor em determinado raio. Por isso o enunciado restringiu expressamente a comparação à capacidade nominal — na operação real, o passo seguinte obrigatório seria confrontar o resultado com a tabela de carga, além de verificar patolas totalmente estendidas e calçadas.

Por que as outras estão erradas

  • AErrada no valor. 12,6 t·m considera apenas a válvula (2,1 × 6), ignorando o peso do balancim, das cintas e das manilhas, que integram a carga suspensa.
  • BErrada no valor e na conclusão. Além de ignorar os acessórios, 12,6 t·m seria menor que a capacidade nominal, de modo que nem por essa conta a operação seria reprovada.
  • DErrada na conclusão. O valor do momento está certo, mas 14,4 t·m é inferior a 15,0 t·m; na comparação com a capacidade nominal, a operação não é reprovada.
  • EErrada. 15,0 t·m é a capacidade nominal do equipamento, não o momento exigido pela operação, que é de 14,4 t·m.
A armadilha desta questãoO peso dos acessórios de içamento entra na carga suspensa. Quem calcula 2,1 × 6 esquece balancim, cintas e manilhas e encontra 12,6 t·m.

Onde está no Dossiê: Capítulo 2.1 · Momento de carga em equipamentos de lança

Questão 4 de 5Decreto nº 2.745/1998 — modalidades, tipos e situação jurídica do regulamento

Ao estudar o histórico dos regimes de contratação aplicáveis ao Sistema Petrobras, um empregado da Transpetro examina o Regulamento do Procedimento Licitatório Simplificado aprovado pelo Decreto nº 2.745/1998. A respeito desse regulamento e da sua situação jurídica, é correto afirmar que

Ver resposta comentada

Resposta: A. Cinco modalidades no Regulamento e nenhuma faixa de valor vinculando a escolha entre elas.

O Regulamento anexo ao Decreto nº 2.745/1998 é organizado em itens numerados, e não em artigos. No item que trata das modalidades, ele reproduz as cinco modalidades clássicas do modelo então vigente: concorrência (aberta a qualquer interessado), tomada de preços (entre cadastrados), convite (entre no mínimo três convidados), concurso (trabalho técnico ou artístico, com prêmio) e leilão (alienação de bens ao maior lance). Em outro item, aparecem os três tipos: melhor preço, melhor técnica e técnica e preço. Modalidade responde 'como se disputa'; tipo responde 'quem ganha'. Esse par é desenvolvido no Capítulo 3.1.

A diferença mais cobrada em relação à antiga lei geral de licitações está justamente na ausência de tabela de valores. O Regulamento da Petrobras orienta a escolha da modalidade por critérios qualitativos — o segmento industrial que se quer alcançar e a necessidade de ampla participação de quem detém capacitação para o objeto —, deixando as alçadas (quem autoriza o quê e até que valor) para ato específico da Diretoria da companhia. Quem amarrava convite, tomada de preços e concorrência a limites em reais era a lei geral, não o decreto. Quanto à situação jurídica, é preciso guardar a formulação segura: o Supremo Tribunal Federal decidiu a favor da Petrobras, entendendo que a antiga lei geral de licitações não se aplicava a sociedade de economia mista que atua em regime de competição no mercado. O que retirou o decreto de cena não foi decisão judicial, e sim a Lei nº 13.303/2016, ao revogar expressamente os dispositivos da Lei do Petróleo que autorizavam o procedimento licitatório simplificado por decreto. Sem base legal, o regulamento perdeu sustentação, e desde 2018 a Transpetro contrata pela Lei das Estatais e pelo seu regulamento interno de licitações e contratos.

Por que as outras estão erradas

  • BErrada. O pregão não é modalidade do Regulamento de 1998. Ele aparece como diretriz de adoção preferencial para bens e serviços comuns na Lei nº 13.303/2016 e como modalidade autônoma na Lei nº 14.133/2021.
  • CErrada. A tabela de valores por modalidade é traço da antiga lei geral de licitações. O Regulamento da Petrobras não a reproduz: a escolha é por critérios qualitativos, e as alçadas vêm de ato da Diretoria.
  • DErrada. O resultado no Supremo foi o oposto: decidiu-se que a lei geral de licitações não se aplicava à Petrobras, validando o procedimento simplificado quanto ao período anterior.
  • EErrada. Ainda que não se tenha localizado norma que revogue formalmente o próprio decreto, a Lei nº 13.303/2016 revogou a sua base legal, e a Transpetro contrata hoje pela Lei das Estatais e pelo seu regulamento interno.
A armadilha desta questãoA armadilha é confundir 'o STF validou o decreto quanto ao passado' com 'o decreto continua valendo hoje'. São coisas diferentes: quem tirou o decreto de cena foi a lei que revogou a sua base legal.

Onde está no Dossiê: Capítulo 3.1 · Decreto nº 2.745/1998 — modalidades, tipos e situação jurídica do regulamento

Questão 5 de 5As nove classes de risco da ONU, subclasses e grupos de embalagemfácil

Um profissional de monitoramento logístico confere a caracterização das cargas que saem de um terminal. Sobre o sistema de classes de risco adotado no transporte de produtos perigosos, é correto afirmar que

Ver resposta comentada

Resposta: C. Gás liquefeito de petróleo na subclasse 2.1, gasolina na classe 3, e grupo de embalagem inaplicável às classes 1, 2 e 7.

As nove classes de risco vêm das recomendações do Comitê de Especialistas em Transporte de Produtos Perigosos da Organização das Nações Unidas e foram incorporadas à legislação brasileira de transporte terrestre. Elas respondem à pergunta 'perigoso por quê?': 1 explosivos, 2 gases, 3 líquidos inflamáveis, 4 sólidos inflamáveis e correlatos, 5 oxidantes e peróxidos orgânicos, 6 tóxicos e infectantes, 7 radioativos, 8 corrosivos e 9 perigosos diversos. O conteúdo está no Capítulo 4.1.

No universo da Transpetro dominam a classe 3 — gasolina, óleo diesel, etanol, nafta, querosene de aviação, petróleo cru —, a subclasse 2.1 dos gases inflamáveis, onde está o gás liquefeito de petróleo, a subclasse 2.2 dos gases não inflamáveis e não tóxicos, onde está o nitrogênio usado na inertização de tanques e dutos, e a classe 8 dos corrosivos, com soda cáustica e ácidos de processo.

O ponto conceitual mais cobrado é que o número da classe não é escala de gravidade: ele identifica a natureza do perigo. Quem gradua a intensidade do perigo é o grupo de embalagem, indicado por algarismo romano — I para perigo alto, II para médio e III para baixo —, que define a robustez exigida da embalagem e influencia limites de quantidade isenta. E ele não se aplica a todas as classes: explosivos, gases e radioativos são graduados por outros critérios (divisão e grupo de compatibilidade, no caso dos explosivos; categoria e índice de transporte, no caso dos radioativos).

Atenção também às subclasses da classe 4, que são três e não se confundem: 4.1 sólidos inflamáveis, 4.2 substâncias sujeitas a combustão espontânea e 4.3 substâncias que, em contato com a água, emitem gases inflamáveis. A 4.3 é a 'classe da água proibida'.

Por que as outras estão erradas

  • AErrada. A numeração indica tipos de perigo, não intensidade. Classe 9 é residual quanto à natureza do perigo, e não quanto à gravidade — um poluente aquático grave é classe 9.
  • BErrada. Combustão espontânea em contato com o ar caracteriza a subclasse 4.2. A subclasse 4.3 reúne as substâncias que emitem gases inflamáveis em contato com a água.
  • DErrada. O oxidante não é combustível: ele é fornecedor de comburente. Ele em regra não queima por si, mas fornece oxigênio e intensifica a combustão de outros materiais.
  • EErrada. Irritante não é classe de transporte, e não existe subclasse 6.3. Trata-se de categoria de efeito à saúde, comunicada no rótulo do produto químico no padrão globalmente harmonizado.
A armadilha desta questãoClasse é tipo de perigo; grupo de embalagem é intensidade. Quem troca os dois marca a alternativa que apresenta a numeração como escala de gravidade.

Onde está no Dossiê: Capítulo 4.1 · As nove classes de risco da ONU, subclasses e grupos de embalagem

Você terminou.As outras 55 questões do simulado de Monitoramento Logístico estão no Dossiê, com o mesmo comentário alternativa por alternativa.

Mandar estas questões para quem vai fazer a prova (WhatsApp) →

As outras 55 questões estão no Dossiê de Monitoramento Logístico

O simulado completo tem 60 questões na proporção da prova, com folha de respostas e gabarito comentado alternativa por alternativa, apontando o capítulo onde cada assunto está. Vem junto com a apostila de todo o conteúdo programático de Monitoramento Logístico e o cronograma dia a dia até 6/12. R$ 27, pagamento único, 30 dias de garantia.

Ver o Dossiê de Monitoramento Logístico · R$ 27 Ou veja grátis o cronograma de Monitoramento Logístico →

Como é a prova de Monitoramento Logístico

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Monitoramento Logístico (Fase 1) e 10 de Português e 10 de Matemática (Fase 2). Seguem na classificação só as 2 × (vagas + cadastro de reserva) melhores notas da Fase 1, por ênfase, polo e modalidade de concorrência (Edital 03, subitem 7.1.2, alínea d). Em Monitoramento Logístico, isso dá 22 pessoas no total. Por isso as questões desta página são todas de Conhecimentos Específicos: é ali que a vaga se decide.

Perguntas sobre o simulado de Monitoramento Logístico

Tem simulado grátis da Transpetro 2026 para Monitoramento Logístico?

Tem. Nesta página estão 5 questões de Conhecimentos Específicos de Monitoramento Logístico, com resposta e comentário de cada alternativa. O simulado completo tem 60 questões, na proporção da prova, e vem no Dossiê Único do cargo.

Estas questões caíram em provas anteriores?

Não. São questões inéditas, escritas para o edital de 2026 no padrão da Fundação Cesgranrio: cinco alternativas, enunciado com situação de trabalho e alternativas erradas montadas sobre os erros mais comuns. Cada comentário aponta o capítulo da apostila onde o assunto está.

Quantas questões tem a prova de Monitoramento Logístico?

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Monitoramento Logístico e 10 de Português e 10 de Matemática. A prova é no domingo, 6 de dezembro de 2026.

Errei a maioria. Ainda dá tempo para Monitoramento Logístico?

Dá, se você parar de estudar tudo igual. Comece pelos tópicos que mais pesam no seu cargo e deixe para leitura rápida o que pesa pouco. O cronograma de Monitoramento Logístico mostra essa ordem, semana a semana até 6/12.

Questões comentadas dos outros cargos do Edital 03

Ver o simulado grátis dos 28 cargos · Cronograma de Monitoramento Logístico · Capítulo 1 grátis

Questões do Simulado 01 do Dossiê Único de Monitoramento Logístico: inéditas, escritas no padrão da Fundação Cesgranrio a partir do conteúdo programático do Edital 03 do processo seletivo Transpetro 2026. Não são questões de provas anteriores. Atualizado em 29/10/2026.