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Transpetro 2026 · Edital 03 · Quadro de Terra (Nível Médio)

Simulado Transpetro 2026 de Projeto, Construção e Montagem Mecânica: 5 questões comentadas

Cinco questões inéditas de Conhecimentos Específicos de Projeto, Construção e Montagem Mecânica, no padrão da Cesgranrio. Marque a sua resposta e veja na hora o comentário de cada alternativa e a armadilha da questão.

Prova em 6 de dezembro
Questões na prova6040 do cargo · 10 de Português e 10 de Matemática
Nesta página5de Conhecimentos Específicos, com comentário
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Responda sem consultar nada, como no dia da prova. Os temas: Movimento circular uniforme: rotação, velocidade angular e velocidade; Trabalho, potência e rendimento em içamento; Tratamentos termoquímicos: cementação e nitretação; NPSH disponível e cavitação em bomba centrífuga; Leitura de isométrico de tubulação: elevações BOP, TOS e CL.

Questão 1 de 5Movimento circular uniforme: rotação, velocidade angular e velocidade

Na oficina de manutenção de um terminal, o rotor de uma bomba centrífuga de transferência tem 300 mm de diâmetro e o conjunto motor-bomba opera a 1750 rpm. A velocidade tangencial de um ponto situado na periferia do rotor é, aproximadamente, de

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Resposta: B. v = ω·R = (2π × 1750/60) × 0,150 = 183,26 × 0,150 ≈ 27,5 m/s.

O capítulo 1.1 organiza o movimento circular em uma cadeia curta de grandezas que precisa ser percorrida sempre na mesma ordem: da rotação n (em rpm, que é o dado de placa do equipamento) passa-se à frequência f = n/60 (em hertz), desta à velocidade angular ω = 2π·f = 2π·n/60 (em rad/s) e, só então, à velocidade tangencial v = ω·R (em m/s), com R obrigatoriamente em metros.

Aplicando ao caso: f = 1750/60 = 29,17 Hz; ω = 2 × 3,1416 × 29,17 = 183,26 rad/s. O raio é metade do diâmetro e precisa ser convertido: R = 300/2 = 150 mm = 0,150 m. Logo v = 183,26 × 0,150 = 27,49 m/s, ou seja, aproximadamente 27,5 m/s.

Esse número não é um exercício abstrato. É a velocidade da ponta da pá do rotor, e é ela que governa o desgaste erosivo do rotor e da carcaça quando o produto arrasta partículas sólidas. A mesma cadeia de cálculo reaparece no capítulo 1.8 para polias, correias e engrenagens, onde v = π·D·n/60000 (com D em milímetros) é apenas outra escrita da mesma relação.

Por que as outras estão erradas

  • AResulta de multiplicar a frequência (29,17 Hz) pelo diâmetro em metros: 29,17 × 0,300 = 8,75 m/s. Erram-se duas coisas ao mesmo tempo — usa-se f no lugar de ω (falta o fator 2π) e o diâmetro no lugar do raio.
  • CÉ ω multiplicado pelo diâmetro (183,26 × 0,300 = 54,98 m/s). O procedimento está certo, mas entrou-se com o diâmetro de catálogo em vez do raio: erro de fator 2.
  • DÉ o próprio valor da velocidade angular, 183,26, apresentado como se fosse velocidade tangencial. São grandezas diferentes: ω está em rad/s e só vira m/s depois de multiplicada pelo raio em metros.
  • EResulta de entrar com a rotação em rpm diretamente como se fosse ω: 1750 × 0,150 = 262,5. Isso ignora a conversão ω = 2πn/60 e produz um erro de fator 9,55.
A armadilha desta questãoO enunciado dá o diâmetro, e a fórmula pede o raio em metros. Divida por 2 e por 1000 antes de qualquer conta, e nunca use rpm no lugar de rad/s.

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.1 · Movimento circular uniforme: rotação, velocidade angular e velocidade

Questão 2 de 5Trabalho, potência e rendimento em içamentomédia

Um guindaste de montagem iça um conjunto de 4 t a uma altura de 15 m, em 50 s, com velocidade praticamente constante. Adotando g = 9,81 m/s² e rendimento global do conjunto de acionamento igual a 80%, a potência que o motor precisa desenvolver é, aproximadamente, de

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Resposta: D. P = m·g·h/(t·η) = (4000 × 9,81 × 15)/(50 × 0,80) = 588 600/40 = 14 715 W ≈ 14,7 kW.

O capítulo 1.2 resolve esse tipo de problema em três passos encadeados. Primeiro, transforma-se massa em peso: P = m·g = 4000 × 9,81 = 39 240 N. Depois, calcula-se o trabalho contra o peso: W = P·h = 39 240 × 15 = 588 600 J. Por fim, a potência útil: Pot = W/t = 588 600/50 = 11 772 W ≈ 11,77 kW.

Falta o rendimento. Rendimento é a razão entre a potência útil entregue e a potência consumida, η = P_útil/ P_consumida, e é sempre menor que 1, porque parte da energia vira calor no motor, no redutor, nos mancais e no tambor. Isolando a potência de entrada: P_consumida = P_útil/η = 11 772/0,80 = 14 715 W ≈ 14,7 kW. O rendimento sempre divide — o motor precisa consumir mais do que entrega, nunca menos.

Na prática de campo, adota-se em seguida o motor comercial imediatamente superior ao valor calculado, e ainda se acrescenta margem para a partida, que exige torque maior que o regime. O assunto é desenvolvido no capítulo 1.2 e se conecta ao capítulo 1.3, que trata dos esforços nas lingas do mesmo içamento.

Por que as outras estão erradas

  • AResulta de esquecer a gravidade e tratar a massa em quilogramas como se fosse força: 4000 × 15/50 = 1200 W, divididos por 0,80. Massa em kg só vira força depois de multiplicada por g — é o erro campeão em dinâmica aplicada a içamento.
  • BResulta de multiplicar a potência útil pelo rendimento (11,77 × 0,80 = 9,42 kW) em vez de dividir. Isso faria o motor consumir menos do que entrega, o que é impossível.
  • CÉ a potência útil, 11,77 kW, ou seja, apenas o que chega efetivamente à carga. O enunciado pede a potência que o motor precisa desenvolver, que é maior, porque inclui as perdas.
  • EResulta de aplicar o rendimento duas vezes (11,77/0,80/0,80 = 18,39 kW). O rendimento global de 80% já é o produto acumulado dos rendimentos parciais e entra uma única vez.
A armadilha desta questãoRendimento divide, nunca multiplica — e massa em tonelada precisa virar newton antes de qualquer conta.

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.2 · Trabalho, potência e rendimento em içamento

Questão 3 de 5Tratamentos termoquímicos: cementação e nitretaçãofácil

O eixo de uma bomba de transferência, já usinado e nas dimensões finais, precisa ter a superfície endurecida contra desgaste, mantendo o núcleo tenaz para resistir a choques, e sem sofrer distorção dimensional apreciável. O tratamento indicado é

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Resposta: E. A nitretação ocorre entre 500 e 560 °C, abaixo da linha de transformação, dispensa têmpera e por isso praticamente não deforma a peça acabada.

O capítulo 2.2 apresenta os tratamentos termoquímicos como a solução para um requisito contraditório: superfície dura, que resista ao desgaste, e núcleo tenaz, que resista ao impacto. Nenhum material homogêneo entrega as duas coisas, então altera-se quimicamente apenas a pele da peça.

As duas rotas principais são cementação e nitretação, e a diferença entre elas é exatamente o que o enunciado explora. A cementação introduz carbono, trabalha na região austenítica (850 a 950 °C) e exige têmpera posterior, porque o carbono só endurece depois de temperado — e a têmpera, com seu resfriamento brusco, distorce e empena a peça. A nitretação introduz nitrogênio, trabalha em temperatura baixa (500 a 560 °C, abaixo da linha de transformação) e não exige têmpera nenhuma, porque os nitretos formados já são duríssimos por si mesmos. A consequência prática é a que o enunciado pede: como não há mudança de fase nem resfriamento brusco, a nitretação praticamente não deforma a peça, e por isso pode ser aplicada em componente já usinado e acabado. É o tratamento típico de eixos de precisão, matrizes e hastes de válvula. A camada obtida é fina (0,1 a 0,6 mm), contra 0,5 a 2 mm da cementação, mas de dureza altíssima.

Por que as outras estão erradas

  • AO recozimento pleno amolece o material ao máximo, para facilitar usinagem e conformação posteriores. É o oposto do que se quer: nenhuma dureza superficial é obtida.
  • BA normalização refina o grão e uniformiza a estrutura, melhorando resistência e tenacidade em relação ao recozido, mas atua na peça inteira e não produz camada superficial endurecida.
  • CTêmpera e revenimento atuam em toda a seção, e não apenas na superfície. Além disso, a têmpera em água provoca distorção e empenamento — exatamente o que o enunciado exclui em peça já acabada.
  • DA cementação atenderia ao requisito de superfície dura e núcleo tenaz, mas exige têmpera depois, e é a têmpera que distorce a peça. Por isso a cementação é feita antes da usinagem de acabamento, não depois.
A armadilha desta questãoCementação introduz carbono, é quente e pede têmpera (logo, deforma). Nitretação introduz nitrogênio, é morna e dispensa têmpera (logo, não deforma). É esse par que a banca troca.

Onde está no Dossiê: Capítulo 2.2 · Tratamentos termoquímicos: cementação e nitretação

Questão 4 de 5NPSH disponível e cavitação em bomba centrífugamédia

Uma bomba centrífuga do sistema de combate a incêndio de um terminal aspira água a 25 °C de um reservatório atmosférico. O nível da água está 2,8 m acima da linha de centro do eixo da bomba (bomba afogada) e a perda de carga total na linha de sucção, na vazão de operação, é de 1,4 m. Dados: pressão atmosférica local = 101,3 kPa; pressão de vapor da água a 25 °C = 3,2 kPa; massa específica da água = 1.000 kg/m³; g = 9,81 m/s². Nessas condições, o NPSH disponível na sucção da bomba é, em metros, de

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Resposta: C. 10,00 m do termo de pressão, mais 2,8 m de desnível favorável, menos 1,4 m de perda de carga, resultando em 11,4 m.

O NPSH disponível é uma característica da INSTALAÇÃO, calculada pelo projetista, e representa a energia disponível na flange de sucção acima da pressão de vapor do líquido, expressa em metros de coluna do próprio líquido. A fórmula desenvolvida no Capítulo 3.1 é NPSHd = (Pabs − Pv)/(ρ·g) ± z − hf, em que z é positivo quando o líquido está acima do eixo (bomba afogada) e negativo quando a bomba está acima do líquido (sucção por aspiração), e hf sempre subtrai.

Resolução passo a passo:

Passo 1 — diferença entre a pressão absoluta sobre o líquido e a pressão de vapor: 101.300 − 3.200 = 98.100 Pa. Passo 2 — converter essa pressão em metros de coluna do líquido: ρ·g = 1.000 × 9,81 = 9.810 N/m³; 98.100 ÷ 9.810 = 10,00 m.

Passo 3 — aplicar o desnível. A bomba está afogada, logo z = +2,8 m.

Passo 4 — subtrair a perda de carga da sucção: NPSHd = 10,00 + 2,8 − 1,4 = 11,4 m.

O valor encontrado deve ser comparado com o NPSH requerido, que é característica da BOMBA e vem publicado na curva do fabricante. A condição de projeto é NPSHd > NPSHr, com margem (usualmente 0,5 a 1,0 m, ou 10% do NPSHr, o que for maior). Se o disponível cai abaixo do requerido, a pressão na entrada das pás do rotor desce abaixo da pressão de vapor, o líquido ferve ali dentro, formam-se bolhas que implodem na região de alta pressão e ocorre a cavitação, com ruído de pedrisco, vibração, queda de vazão e erosão do rotor.

Repare no que a fórmula ensina, e que é a lição do Capítulo 3.1: aquecer o produto (que eleva Pv), operar com o tanque em nível baixo (que reduz z), entupir o filtro de sucção ou estrangular a sucção (que elevam hf) são as três receitas clássicas de cavitação em terminal — todas atuando sobre o NPSH disponível, e não sobre o requerido.

Por que as outras estão erradas

  • A5,8 m é o resultado de aplicar z como negativo (10,00 − 2,8 − 1,4), ou seja, tratar a bomba como se estivesse acima do nível do líquido. O enunciado é explícito: a bomba está afogada, e nesse caso o desnível soma.
  • B8,6 m resulta de inverter os dois sinais (10,00 − 2,8 + 1,4): desnível subtraindo e perda de carga somando. A perda de carga na sucção sempre subtrai, em qualquer arranjo.
  • D12,8 m é o resultado de esquecer a perda de carga da linha de sucção (10,00 + 2,8). A perda de carga é parcela obrigatória do cálculo e é justamente a que aumenta quando o cesto de sucção entope.
  • E10,0 m é apenas o termo de pressão, (Pabs − Pv)/(ρ·g), sem considerar o desnível nem a perda de carga. É o NPSH disponível de uma instalação hipotética com a bomba na superfície do líquido e sem perda alguma.
A armadilha desta questãoO sinal de z é o coração da questão: bomba AFOGADA (líquido acima do eixo) soma; bomba em ASPIRAÇÃO (acima do líquido) subtrai. A perda de carga hf subtrai sempre, nos dois casos.

Onde está no Dossiê: Capítulo 3.1 · NPSH disponível e cavitação em bomba centrífuga

Questão 5 de 5Leitura de isométrico de tubulação: elevações BOP, TOS e CL

O isométrico da linha 12"-P-2104 especifica um trecho horizontal com elevação EL. 105.400 referida ao BOP (bottom of pipe). O tubo de 12" tem diâmetro externo de 323,8 mm. O trecho será apoiado em um berço soldado sobre uma viga cujo topo do aço está em EL. 105.150 (TOS). Considerando que as elevações estão em metros, a altura do berço e a elevação da linha de centro do tubo são, respectivamente,

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Resposta: A. Berço = 105,400 − 105,150 = 0,250 m = 250 mm; CL = 105,400 + 0,1619 = EL. 105.562.

O Capítulo 4.4 chama a atenção para o sistema de referência da obra: norte de projeto, coordenadas N e E, e elevação EL. E adverte que a elevação sempre vem acompanhada da indicação do ponto do tubo a que se refere — CL (center line, linha de centro), BOP (bottom of pipe, geratriz inferior externa), TOP (top of pipe, geratriz superior), TOS (top of steel, topo da estrutura metálica), TOC (topo do concreto) ou FF (piso acabado).

Resolução passo a passo:

Passo 1 — altura do berço. A cota do fundo do tubo é 105,400 m e o topo da viga está em 105,150 m. A altura do berço é simplesmente a diferença:

105,400 − 105,150 = 0,250 m = 250 mm.

Passo 2 — elevação da linha de centro. Do fundo do tubo até a linha de centro há um raio externo: 323,8 ÷ 2 = 161,9 mm = 0,1619 m EL(CL) = 105,400 + 0,1619 = 105,5619 m ≈ EL. 105.562.

A lição prática é grande. Se alguém lesse a mesma cota como CL, a altura do berço passaria a 250 − 162 = 88 mm — uma diferença de mais de 16 centímetros num tubo de 12 polegadas, capaz de jogar a linha inteira fora de posição e obrigar a cortar e refazer suportes já soldados. Por isso a regra de campo: antes de qualquer traçagem de suporte, confirme se a elevação do isométrico é CL, BOP ou TOP. Em tubovia com vários diâmetros no mesmo berço, a prática usual é amarrar por BOP, porque é o fundo que apoia e é ele que precisa coincidir entre linhas de diâmetros diferentes; em tubulação isolada e em linhas de processo, costuma-se amarrar por CL.

Vale lembrar ainda a regra número um do isométrico: ele NÃO está em escala. Toda dimensão vem da cota e das tabelas dimensionais de conexões — jamais da régua sobre o papel.

Por que as outras estão erradas

  • BA altura do berço está certa, mas a linha de centro foi obtida subtraindo o raio do BOP. A linha de centro fica sempre ACIMA do fundo do tubo.
  • CA altura do berço está certa, mas somou-se o diâmetro externo inteiro (323,8 mm) em vez do raio. Do fundo até a linha de centro há meio diâmetro.
  • DTrata a cota do isométrico como se fosse CL, descontando o raio para achar o fundo do tubo: 250 − 162 = 88 mm. O enunciado é explícito ao indicar BOP.
  • EA elevação da linha de centro está certa, mas a altura do berço foi obtida somando o raio à diferença de elevações (250 + 162). O berço vai do topo da viga até o FUNDO do tubo, e nada mais.
A armadilha desta questãoDuas leituras num só enunciado: BOP para o tubo e TOS para a viga. O berço preenche exatamente o vão entre esses dois pontos; o raio externo só entra quando se quer converter BOP em CL.

Onde está no Dossiê: Capítulo 4.4 · Leitura de isométrico de tubulação: elevações BOP, TOS e CL

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Como é a prova de Projeto, Construção e Montagem Mecânica

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Projeto, Construção e Montagem Mecânica (Fase 1) e 10 de Português e 10 de Matemática (Fase 2). Seguem na classificação só as 2 × (vagas + cadastro de reserva) melhores notas da Fase 1, por ênfase, polo e modalidade de concorrência (Edital 03, subitem 7.1.2, alínea d). Em Projeto, Construção e Montagem Mecânica, isso dá 22 pessoas no total. Por isso as questões desta página são todas de Conhecimentos Específicos: é ali que a vaga se decide.

Perguntas sobre o simulado de Projeto, Construção e Montagem Mecânica

Tem simulado grátis da Transpetro 2026 para Projeto, Construção e Montagem Mecânica?

Tem. Nesta página estão 5 questões de Conhecimentos Específicos de Projeto, Construção e Montagem Mecânica, com resposta e comentário de cada alternativa. O simulado completo tem 60 questões, na proporção da prova, e vem no Dossiê Único do cargo.

Estas questões caíram em provas anteriores?

Não. São questões inéditas, escritas para o edital de 2026 no padrão da Fundação Cesgranrio: cinco alternativas, enunciado com situação de trabalho e alternativas erradas montadas sobre os erros mais comuns. Cada comentário aponta o capítulo da apostila onde o assunto está.

Quantas questões tem a prova de Projeto, Construção e Montagem Mecânica?

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Projeto, Construção e Montagem Mecânica e 10 de Português e 10 de Matemática. A prova é no domingo, 6 de dezembro de 2026.

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Dá, se você parar de estudar tudo igual. Comece pelos tópicos que mais pesam no seu cargo e deixe para leitura rápida o que pesa pouco. O cronograma de Projeto, Construção e Montagem Mecânica mostra essa ordem, semana a semana até 6/12.

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Questões do Simulado 01 do Dossiê Único de Projeto, Construção e Montagem Mecânica: inéditas, escritas no padrão da Fundação Cesgranrio a partir do conteúdo programático do Edital 03 do processo seletivo Transpetro 2026. Não são questões de provas anteriores. Atualizado em 29/10/2026.