Início › Edital 03 › Manutenção Instrumentação › Questões comentadas

Transpetro 2026 · Edital 03 · Quadro de Terra (Nível Médio)

Simulado Transpetro 2026 de Manutenção Instrumentação: 5 questões comentadas

Cinco questões inéditas de Conhecimentos Específicos de Manutenção Instrumentação, no padrão da Cesgranrio. Marque a sua resposta e veja na hora o comentário de cada alternativa e a armadilha da questão.

Prova em 6 de dezembro
Questões na prova6040 do cargo · 10 de Português e 10 de Matemática
Nesta página5de Conhecimentos Específicos, com comentário
No simulado completo60na proporção da prova
Vagas3imediatas · 33 com cadastro de reserva

Responda sem consultar nada, como no dia da prova. Os temas: Estrutura brasileira da metrologia: Sinmetro, Conmetro e Inmetro; Regra do décimo na escolha do padrão de calibração; Elevação de zero com perna úmida em vaso pressurizado; Efeito de aumentar ou reduzir cada ação do PID sobre offset, oscilação e velocidade; Leitura e decodificação de tags ISA S5.1.

Questão 1 de 5Estrutura brasileira da metrologia: Sinmetro, Conmetro e Inmetrofácil

A oficina de instrumentação de um terminal aquaviário precisa contratar a calibração dos seus padrões de pressão e, para isso, consulta a estrutura brasileira da metrologia, a fim de saber quem estabelece as regras do sistema e quem as executa. De acordo com a lei que instituiu o Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Sinmetro), o órgão normativo e o órgão executivo central desse sistema são, respectivamente,

Ver resposta comentada

Resposta: B. O Conmetro é o órgão normativo e o Inmetro é o órgão executivo central do Sinmetro.

O Capítulo 1.1 abre o módulo justamente com essa arquitetura porque a banca costuma trocar as três siglas entre si. A Lei nº 5.966, de 11 de dezembro de 1973, institui o Sinmetro, cria o Conmetro como órgão normativo do sistema (art. 2º) e o Inmetro como órgão executivo central (art. 5º).

Repare no que cada nome designa. O Sinmetro não é um órgão: é o sistema inteiro, o conjunto de entidades públicas e privadas que atuam em metrologia, normalização, qualidade industrial e certificação. Dele fazem parte o Conmetro, o Inmetro, os laboratórios acreditados, os organismos de certificação, o foro nacional de normalização e os institutos estaduais de pesos e medidas. Como o Sinmetro é o sistema, ele não fiscaliza, não acredita e não baixa resolução — quem faz isso são os órgãos que o integram.

O Conmetro é um conselho, de natureza colegiada e interministerial: ele formula a política e baixa as resoluções que regem o sistema, entre elas as que tornam obrigatório o uso do Sistema Internacional de Unidades no país. O Inmetro é uma autarquia federal: ele executa. Mantém os padrões nacionais das unidades, exerce a metrologia legal, acredita laboratórios e organismos e representa o Brasil nos fóruns internacionais de metrologia. A frase de memorização é curta: o Conmetro escreve a regra, o Inmetro cumpre e faz cumprir.

A Rede Brasileira de Calibração (RBC), por sua vez, não é órgão nem conselho: é o conjunto de laboratórios de calibração acreditados pelo Inmetro, que prestam serviço com rastreabilidade aos padrões nacionais. É a ela que a oficina do terminal recorre para calibrar seus padrões de trabalho, sempre conferindo se a grandeza, a faixa e a incerteza pretendidas estão dentro do escopo de acreditação do laboratório.

Por que as outras estão erradas

  • AInverte os papéis. O Inmetro é o executivo e o Conmetro é o normativo, e não o contrário.
  • CO Sinmetro é o sistema, não um órgão; ele não pode ser o órgão normativo de si mesmo.
  • DAcerta o Conmetro como normativo, mas erra o segundo termo: a RBC é a rede de laboratórios de calibração acreditados, não o órgão executivo.
  • EErra duas vezes: coloca o Inmetro como normativo e a RBC como executivo, quando o Inmetro é o executivo e a RBC é apenas a rede de laboratórios acreditados por ele.
A armadilha desta questãoSinmetro é sistema, Conmetro é conselho (regra) e Inmetro é instituto (execução). Toda alternativa que faça o Sinmetro fiscalizar, acreditar ou normatizar está errada.

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.1 · Estrutura brasileira da metrologia: Sinmetro, Conmetro e Inmetro

Questão 2 de 5Regra do décimo na escolha do padrão de calibraçãomédia

Um transmissor de pressão de faixa 0 a 25 bar, com classe de exatidão de ±0,4% do span, será calibrado na oficina de instrumentação de um terminal. Para que a contribuição do padrão ao erro observado seja desprezível, o procedimento do laboratório adota a regra do décimo. A exatidão mínima que o padrão de pressão deve apresentar é de

Ver resposta comentada

Resposta: B. 0,4% de 25 bar = 0,10 bar; dividido por 10, resulta em ±0,010 bar, ou 0,04% do span.

A regra do décimo, estudada no Capítulo 1.2, existe para responder a uma pergunta prática: se o padrão erra tanto quanto o instrumento que ele calibra, de quem é o erro que aparece na folha? A resposta é que não há como saber. Por isso se exige que o padrão seja pelo menos dez vezes mais exato que o instrumento sob calibração — relação 10:1.

A conta tem três passos. Passo 1, o span: 25 − 0 = 25 bar. Passo 2, converter a classe em unidade de engenharia: 0,4% de 25 bar = 0,004 × 25 = 0,10 bar, que é o erro máximo admissível do transmissor. Passo 3, aplicar a regra do décimo: 0,10 ÷ 10 = 0,010 bar. Em percentual do span, isso equivale a 0,010 ÷ 25 = 0,0004 = 0,04% do span. Um calibrador de pressão classe 0,025% atende com folga; um classe 0,1%, não.

Vale guardar a alternativa prática: quando a grandeza é cara de calibrar, como vazão, nem sempre é possível 10:1, e admite-se no mínimo a relação 4:1. Abaixo disso, a incerteza do padrão precisa entrar explicitamente no critério de aceitação, consumindo parte da tolerância do instrumento. Note ainda que a regra compara exatidões, e não faixas: um padrão de faixa maior não é, por isso, um padrão melhor.

Por que as outras estão erradas

  • AResulta de dividir a classe por 100 em vez de por 10. A regra é do décimo, não do centésimo.
  • CÉ o valor obtido com a relação mínima de 4:1 (0,10 ÷ 4 = 0,025 bar), que é o limite tolerado na prática, não a regra do décimo pedida no enunciado.
  • DConfunde percentual com unidade de engenharia: 0,04% do span é o resultado correto em percentual, mas em bar isso vale 0,010, e não 0,040.
  • EÉ o próprio erro máximo admissível do transmissor (0,4% de 25 bar). Quem para aqui esqueceu de aplicar a regra do décimo e escolheria um padrão tão ruim quanto o instrumento.
A armadilha desta questãoAplique a regra do décimo sobre o erro máximo admissível já convertido em unidade de engenharia, e não sobre o span. Parar em 0,10 bar é esquecer a regra; usar 0,025 bar é trocar 10:1 por 4:1.

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.2 · Regra do décimo na escolha do padrão de calibração

Questão 3 de 5Elevação de zero com perna úmida em vaso pressurizadodifícil

Um vaso pressurizado com colchão de nitrogênio, em um terminal, contém um derivado de densidade relativa 0,78, com coluna útil de nível de 0 a 4 000 mm acima da tomada inferior. O transmissor de pressão diferencial está instalado na altura da tomada inferior, e o lado de baixa é ligado à tomada de vapor do topo por uma perna úmida de 4 500 mm de altura, cheia de fluido de selo de densidade relativa 1,05. Os valores inferior e superior da faixa de calibração desse transmissor, em mmH₂O, são, respectivamente,

Ver resposta comentada

Resposta: A. LRV = −(4 500 × 1,05) = −4 725 mmH₂O; span = 4 000 × 0,78 = 3 120 mmH₂O; URV = −4 725 + 3 120 = −1 605 mmH₂O.

Este é o cálculo de elevação de zero do Capítulo 2.2. Ele começa por escrever a equação do diferencial: ΔP = P_alta − P_baixa, trabalhando em mmH₂O, unidade em que a pressão de uma coluna é a altura em milímetros multiplicada pela densidade relativa.

Lado de alta: pressão do nitrogênio mais a coluna de produto acima da tomada, isto é, P_g + 0,78 × h. Lado de baixa: pressão do nitrogênio mais a coluna do fluido de selo da perna úmida, isto é, P_g + 1,05 × 4 500 = P_g + 4 725. A pressão do colchão de gás aparece nos dois lados e se cancela na subtração, restando ΔP = 0,78h − 4 725. Passo 1 — LRV, com h = 0: ΔP = 0 − 4 725 = −4 725 mmH₂O. O valor é negativo, e é por isso que o caso se chama elevação de zero, de 4 725 mmH₂O. Passo 2 — URV, com h = 4 000 mm: 0,78 × 4 000 = 3 120; ΔP = 3 120 − 4 725 = −1 605 mmH₂O. Passo 3 — o span: (−1 605) − (−4 725) = 3 120 mmH₂O, exatamente a coluna útil de produto. A perna úmida desloca a faixa, mas não altera o span. Conferindo o meio da faixa: com h = 2 000 mm, ΔP = 1 560 − 4 725 = −3 165; a fração é (−3 165 + 4 725) ÷ 3 120 = 0,50, ou seja, 12,00 mA. Confere.

Note que toda a faixa de trabalho é negativa: o lado de alta está sempre com pressão menor que o lado de baixa. Isso é normal em perna úmida e é exatamente o que o nome do lado do transmissor não descreve. Na manutenção, atenção a dois defeitos: se o fluido de selo evaporar ou vazar, a coluna diminui e o nível indicado sobe falsamente; se uma perna seca acumular condensado sem que ninguém perceba, aparece uma coluna não prevista e o nível indicado cai.

Por que as outras estão erradas

  • BAcerta o LRV, mas soma os 4 000 mm de produto sem multiplicar pela densidade relativa 0,78. Em mmH₂O, altura sem densidade não é pressão.
  • CTrata o fluido de selo como se tivesse densidade 1,00, ignorando o valor 1,05 do enunciado, e a coluna da perna fica 225 mmH₂O menor que a real.
  • DIgnora completamente a perna úmida. É a faixa que valeria em tanque aberto com o transmissor alinhado à tomada; aqui o transmissor indicaria saturado em 4 mA por toda a faixa de nível.
  • ETroca elevação por supressão, invertendo o sinal do LRV. A coluna constante está no lado de baixa, o que gera diferencial negativo, e não positivo.
A armadilha desta questãoPerna úmida está no lado de baixa: o LRV é negativo (elevação de zero). E o span continua sendo apenas ρgh do produto — 3 120 mmH₂O —, independentemente da altura da perna.

Onde está no Dossiê: Capítulo 2.2 · Elevação de zero com perna úmida em vaso pressurizado

Questão 4 de 5Efeito de aumentar ou reduzir cada ação do PID sobre offset, oscilação e velocidade

Após a substituição de um controlador, o instrumentista precisa explicar à equipe de operação o efeito de cada ajuste do algoritmo PID sobre o comportamento da malha. Considerando que, em cada caso, apenas o parâmetro citado é alterado, é correto afirmar que

Ver resposta comentada

Resposta: E. Resume com precisão o efeito do ganho — mais rapidez, menos offset, menos estabilidade — e atribui à ação integral a eliminação do erro em regime permanente.

Este é o quadro de efeitos estudado nos Capítulos 3.2 e 3.3, e vale memorizá-lo pela lógica de cada ação, não pela decoreba. A ação proporcional olha o presente: quanto maior o ganho Kc, maior a correção para o mesmo erro, o que deixa a malha mais rápida e reduz — sem zerar — o offset, ao preço de menor margem de estabilidade. A ação integral olha o passado: enquanto houver erro, ela continua movendo a saída, e por isso é a única capaz de zerar o erro em regime permanente; em compensação, integral forte aumenta a ultrapassagem e pode gerar oscilação lenta. A ação derivativa olha o futuro: reage à velocidade do erro, antecipa e reduz o sobressinal em malhas de grande inércia, mas não elimina offset algum (sua parcela é zero quando o erro está parado) e amplifica ruído. Dois pares de sentido invertido derrubam candidato, e ambos aparecem nas alternativas erradas. Primeiro par: ganho e banda proporcional são inversos, pois BP = 100 ÷ Kc. Aumentar a banda ENFRAQUECE a ação proporcional. Segundo par: o tempo integral, em minutos por repetição, também é inverso à intensidade da ação. Ti menor significa integral mais forte, que repete a correção com mais frequência; Ti maior significa integral mais fraca. Na prática de campo, é dessa tabela que sai o diagnóstico: resposta lenta demais pede mais ganho; offset que não some pede ação integral; ultrapassagem grande em malha lenta pede um pouco de derivativo; e saída tremendo pede menos derivativo, porque ele encontrou o ruído da medição.

Por que as outras estão erradas

  • ADuas trocas de sentido. Aumentar a banda proporcional enfraquece a ação, e a ação proporcional, forte ou fraca, nunca elimina o erro em regime permanente.
  • BInverte a convenção do tempo integral. Em minutos por repetição, Ti MENOR é ação integral MAIS forte, que elimina o offset mais depressa (ao custo de mais ultrapassagem).
  • CA ação derivativa não elimina offset — sua parcela vale zero quando o erro está parado — e, em vez de filtrar ruído, amplifica-o, porque o ruído tem derivada elevada.
  • DInverte o efeito do ganho: aumentá-lo torna a malha mais RÁPIDA e MENOS estável, além de reduzir (sem zerar) o erro em regime permanente.
A armadilha desta questãoGanho × banda proporcional e tempo integral × intensidade da integral são pares invertidos. Se a alternativa disser 'aumentar a banda proporcional fortalece' ou 'reduzir o tempo integral enfraquece', já está errada.

Onde está no Dossiê: Capítulo 3.3 · Efeito de aumentar ou reduzir cada ação do PID sobre offset, oscilação e velocidade

Questão 5 de 5Leitura e decodificação de tags ISA S5.1média

No fluxograma de engenharia de uma estação de bombeamento de um terminal aparecem, entre outros, os tags PDT-1104, LSHH-2101, PSV-3105, FQI-4102 e ZSC-5107. De acordo com o sistema de identificação da norma ISA de símbolos e identificação de instrumentação, a leitura correta é

Ver resposta comentada

Resposta: D. F = vazão, Q = totalização, I = indicar: indicador totalizador de vazão da malha 4102.

O tag se lê da esquerda para a direita, como uma frase: a primeira letra diz a variável medida, um eventual modificador a qualifica, as letras sucessoras dizem as funções e o número identifica a malha. É o conteúdo do Capítulo 4.1.

FQI-4102 decompõe-se assim: F = vazão (variável medida); Q = totalização/integração; I = indicar; malha 4102. Trata-se, portanto, do indicador totalizador de vazão — o instrumento que mostra quantos metros cúbicos já passaram, e não a vazão instantânea. Em terminais de transferência de custódia, é justamente esse número que vira nota fiscal.

Os demais tags do enunciado se leem assim. PDT-1104: P = pressão, D = diferencial (modificador da primeira letra), T = transmitir — transmissor de pressão diferencial, o instrumento mais versátil da indústria, usado para medir vazão por placa de orifício, nível por coluna hidrostática e entupimento de filtro. LSHH-2101: L = nível, S = chave (switch), HH = altíssimo — chave de nível altíssimo, ligada a intertravamento. PSV-3105: P = pressão, S = aqui como modificador da primeira letra, com o sentido de segurança, V = válvula — válvula de segurança, dispositivo mecânico que abre pela própria pressão do processo. ZSC-5107: Z = posição, S = chave, C = fechado — chave fim de curso que confirma válvula totalmente fechada.

O ponto que a norma torna decisivo é que a MESMA letra muda de sentido conforme a posição no tag: S é velocidade como primeira letra, segurança como modificador da primeira e chave como letra sucessora; A é análise como primeira letra e alarme como sucessora; C é controlar como sucessora e fechado como modificador final.

Por que as outras estão erradas

  • AEm PDT, o T é de transmitir, e não de chave. Chave de pressão diferencial seria PDS; o tag descrito é o transmissor de pressão diferencial.
  • BConfunde as funções de aviso e de comando. LSHH é CHAVE de nível altíssimo (S de switch); o alarme de nível altíssimo seria LAHH, com A de alarme.
  • CEm PSV o S é modificador da primeira letra, com o sentido de segurança, e o V indica válvula. A leitura correta é válvula de segurança de pressão — não há chave alguma no tag.
  • EEm ZSC o C é modificador com o sentido de 'fechado' (closed), não de controlar. O tag identifica a chave fim de curso que confirma a válvula totalmente fechada.
A armadilha desta questãoAntes de traduzir uma letra, veja em que POSIÇÃO ela está. Em PSV o S é segurança; em PSHH o S é chave. Ler o tag de trás para a frente, ou fora de ordem, inventa instrumentos que não existem.

Onde está no Dossiê: Capítulo 4.1 · Leitura e decodificação de tags ISA S5.1

Você terminou.As outras 55 questões do simulado de Manutenção Instrumentação estão no Dossiê, com o mesmo comentário alternativa por alternativa.

Mandar estas questões para quem vai fazer a prova (WhatsApp) →

As outras 55 questões estão no Dossiê de Manutenção Instrumentação

O simulado completo tem 60 questões na proporção da prova, com folha de respostas e gabarito comentado alternativa por alternativa, apontando o capítulo onde cada assunto está. Vem junto com a apostila de todo o conteúdo programático de Manutenção Instrumentação e o cronograma dia a dia até 6/12. R$ 27, pagamento único, 30 dias de garantia.

Ver o Dossiê de Manutenção Instrumentação · R$ 27 Ou veja grátis o cronograma de Manutenção Instrumentação →

Como é a prova de Manutenção Instrumentação

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Manutenção Instrumentação (Fase 1) e 10 de Português e 10 de Matemática (Fase 2). Seguem na classificação só as 2 × (vagas + cadastro de reserva) melhores notas da Fase 1, por ênfase, polo e modalidade de concorrência (Edital 03, subitem 7.1.2, alínea d). Em Manutenção Instrumentação, isso dá 66 pessoas no total. Por isso as questões desta página são todas de Conhecimentos Específicos: é ali que a vaga se decide.

Perguntas sobre o simulado de Manutenção Instrumentação

Tem simulado grátis da Transpetro 2026 para Manutenção Instrumentação?

Tem. Nesta página estão 5 questões de Conhecimentos Específicos de Manutenção Instrumentação, com resposta e comentário de cada alternativa. O simulado completo tem 60 questões, na proporção da prova, e vem no Dossiê Único do cargo.

Estas questões caíram em provas anteriores?

Não. São questões inéditas, escritas para o edital de 2026 no padrão da Fundação Cesgranrio: cinco alternativas, enunciado com situação de trabalho e alternativas erradas montadas sobre os erros mais comuns. Cada comentário aponta o capítulo da apostila onde o assunto está.

Quantas questões tem a prova de Manutenção Instrumentação?

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Manutenção Instrumentação e 10 de Português e 10 de Matemática. A prova é no domingo, 6 de dezembro de 2026.

Errei a maioria. Ainda dá tempo para Manutenção Instrumentação?

Dá, se você parar de estudar tudo igual. Comece pelos tópicos que mais pesam no seu cargo e deixe para leitura rápida o que pesa pouco. O cronograma de Manutenção Instrumentação mostra essa ordem, semana a semana até 6/12.

Questões comentadas dos outros cargos do Edital 03

Ver o simulado grátis dos 28 cargos · Cronograma de Manutenção Instrumentação · Capítulo 1 grátis

Questões do Simulado 01 do Dossiê Único de Manutenção Instrumentação: inéditas, escritas no padrão da Fundação Cesgranrio a partir do conteúdo programático do Edital 03 do processo seletivo Transpetro 2026. Não são questões de provas anteriores. Atualizado em 29/10/2026.