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Transpetro 2026 · Edital 03 · Quadro de Terra (Nível Médio)

Simulado Transpetro 2026 de Faixa de Dutos: 5 questões comentadas

Cinco questões inéditas de Conhecimentos Específicos de Faixa de Dutos, no padrão da Cesgranrio. Marque a sua resposta e veja na hora o comentário de cada alternativa e a armadilha da questão.

Prova em 6 de dezembro
Questões na prova6040 do cargo · 10 de Português e 10 de Matemática
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Vagas1imediatas · 11 com cadastro de reserva

Responda sem consultar nada, como no dia da prova. Os temas: Servidão administrativa e a faixa de dutos; Travessias e cruzamentos: métodos destrutivos e não destrutivos; Traço em massa e consumo de materiais por metro cúbico; Correção da trabalhabilidade e fator água/cimento; Planta de armação: leitura da posição e cálculo da massa de aço.

Questão 1 de 5Servidão administrativa e a faixa de dutosfácil

Para construir e manter um oleoduto enterrado que atravessa uma fazenda produtiva, a transportadora precisa obter o direito de passar, construir, inspecionar e manter a linha naquela faixa de terreno, sem retirar o imóvel do proprietário. O instituto jurídico que sustenta essa situação e o critério de indenização correspondente são, respectivamente,

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Resposta: B. Servidão administrativa: propriedade preservada, restrição de uso averbada na matrícula e indenização pelo prejuízo e pela desvalorização.

O Capítulo 1.1 apresenta a servidão administrativa como o instituto que dá sustentação jurídica à faixa de dutos. Trata-se de um direito real de uso sobre imóvel de terceiro, instituído em favor de atividade de utilidade pública, para permitir a execução e a conservação de obra de interesse coletivo.

Três características precisam ficar fixadas: (i) a propriedade NÃO muda de dono — o imóvel continua registrado em nome do particular, apenas com o ônus averbado na matrícula; (ii) a indenização é pela RESTRIÇÃO, isto é, pela perda de liberdade de uso (não pode edificar, não pode escavar, não pode plantar espécies de raiz profunda sobre o duto) e pela desvalorização decorrente, e não pelo valor integral da terra; (iii) a instituição depende de declaração de utilidade pública e se dá por acordo administrativo, com registro na matrícula, ou, não havendo acordo, por via judicial.

A distinção que a banca mais cobra é conceitual, e não numérica: na servidão o proprietário continua dono e é indenizado pela restrição; na desapropriação ele perde a propriedade e é indenizado pelo valor do bem; na limitação administrativa a restrição é geral e abstrata, dirigida a toda uma categoria de imóveis, e por isso em regra não é indenizável.

Na prática de uma dutovia, essa diferença aparece no traçado: a faixa entre estações é obtida por servidão, enquanto as áreas de estações de bombeamento, compressão, válvulas e terminais — onde há ocupação plena e permanente do terreno — costumam ser obtidas por desapropriação. O Capítulo 1.1 traz a Tabela 1.1 comparando os três institutos critério a critério.

Por que as outras estão erradas

  • AErrada. Na desapropriação o proprietário perde a propriedade e é indenizado pelo valor do bem. Na faixa entre estações não há transferência de domínio, apenas ônus sobre parte do imóvel.
  • CErrada. Limitação administrativa é restrição geral e abstrata (recuos de zoneamento, por exemplo), que não recai sobre imóvel determinado e, por isso, em regra não é indenizável — o oposto do que ocorre na faixa.
  • DErrada. A ocupação temporária se esgota com a obra; a faixa de servidão permanente subsiste por toda a vida do duto, com proibição de edificar e escavar.
  • EErrada. A requisição pressupõe iminente perigo público e é medida excepcional e transitória, incompatível com um direito de passagem permanente sobre o imóvel.
A armadilha desta questãoServidão não é desapropriação: quem lê 'indenização pelo valor integral da área' já pode descartar a alternativa, porque na faixa o dono continua dono.

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.1 · Servidão administrativa e a faixa de dutos

Questão 2 de 5Travessias e cruzamentos: métodos destrutivos e não destrutivosmédia

O traçado de um novo trecho de dutovia precisa vencer dois obstáculos. O primeiro é uma ferrovia de tráfego intenso, com poucas dezenas de metros a transpor e faixa de domínio estreita, cuja concessionária não admite interrupção do tráfego. O segundo, 4 km adiante, é um rio de 200 m de largura, com margens altas e mata ciliar protegida por licença ambiental. As soluções tecnicamente adequadas para o primeiro e para o segundo obstáculo são, respectivamente,

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Resposta: D. Cravação de tubo-camisa para a ferrovia (dezenas de metros, sem interrupção do tráfego) e HDD para o rio largo com mata ciliar protegida.

O Capítulo 1.1 separa travessia (obstáculo natural: rio, córrego, brejo) de cruzamento (obstáculo construído: rodovia, ferrovia, outra dutovia, redes de terceiros) e, para ambos, distingue os métodos destrutivos (a céu aberto) dos métodos não destrutivos (MND).

No cruzamento de ferrovia e rodovia, a solução clássica é a cravação de tubo-camisa (pipe jacking ou perfuração com trado): a partir de um poço de ataque, um tubo de aço de maior diâmetro é empurrado horizontalmente por macacos hidráulicos enquanto o solo é removido internamente por trado; depois o duto (tubo-carreador) é inserido dentro da camisa, sobre isoladores. Ela vence dezenas de metros, não interrompe o tráfego, interfere apenas nos poços e é a alternativa mais simples de autorizar junto ao órgão gestor da via. Um detalhe de execução que a apostila destaca: a camisa exige isolamento elétrico em relação ao carreador, sob pena de desviar a corrente de proteção catódica.

Na travessia de rio largo, com margens altas e mata ciliar protegida, a solução é o furo direcional horizontal (HDD): um furo-piloto curvo e guiado sai de um ponto afastado da margem, mergulha bem abaixo do leito e emerge do outro lado; o furo é alargado em passes sucessivos com lama bentonítica e, ao final, a coluna de tubo — soldada e testada inteira na margem oposta — é puxada por dentro em uma única operação. Não há intervenção no leito, na água nem na mata ciliar. É a técnica padrão para rios largos, áreas urbanas e áreas protegidas (Tabela 1.2 do capítulo).

O inverso não funciona por dois motivos práticos: HDD para vencer poucas dezenas de metros sob uma ferrovia é mobilizar equipamento caríssimo para um problema que a cravação resolve; e travessia a céu aberto em rio de 200 m com mata ciliar protegida exigiria ensecadeira, desvio, supressão de vegetação e recomposição do leito — inviável do ponto de vista ambiental.

Por que as outras estão erradas

  • AErrada. Inverte as soluções: céu aberto com ensecadeira é justamente o que o licenciamento do rio protegido não admite, e a camisa cravada é solução de cruzamento de via, não de rio largo.
  • BErrada. HDD sob uma ferrovia curta é sobredimensionamento caro, e travessia a céu aberto em rio de 200 m com mata ciliar protegida é ambientalmente inviável.
  • CErrada. Travessia aérea sobre ferrovia em operação cria interferência permanente com o gabarito da via e risco de impacto; a cravação resolve por baixo, sem interromper o tráfego.
  • EErrada. Acerta a ferrovia e erra o rio: a céu aberto exigiria intervenção no leito e supressão da mata ciliar protegida.
A armadilha desta questãoFixe o par: camisa cravada resolve rodovia e ferrovia; HDD resolve rio largo, área urbana e área protegida.

Onde está no Dossiê: Capítulo 1.1 · Travessias e cruzamentos: métodos destrutivos e não destrutivos

Questão 3 de 5Traço em massa e consumo de materiais por metro cúbicomédia

O concreto de um berço de apoio de duto será produzido com o traço em massa 1 : 2,0 : 2,5 : 0,50 (cimento : areia seca : brita seca : fator água/cimento). Adotando massa específica do concreto fresco igual a 2.400 kg/m³, o consumo de cimento e o consumo de água por metro cúbico de concreto são, respectivamente, de

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Resposta: C. Soma das partes = 6,0; C = 2.400 ÷ 6,0 = 400 kg/m³, e a água vale 0,50 × 400 = 200 L/m³.

O Capítulo 2.1 mostra que, no traço em massa escrito na forma 1 : areia : brita : a/c, todos os números são proporções em relação a 1 kg de cimento — inclusive o fator água/cimento, que é a massa de água por quilograma de cimento. Como 1 kg de água equivale a 1 litro, o mesmo número serve para os dois.

Passo 1 — somar TODAS as partes do traço, a água inclusive:

1 + 2,0 + 2,5 + 0,50 = 6,0 Isso significa que, para cada 1 kg de cimento, produzem-se 6,0 kg de concreto.

Passo 2 — dividir a massa de 1 m³ de concreto pela soma das partes:

C = 2.400 ÷ 6,0 = 400 kg de cimento por m³ Passo 3 — obter os demais materiais multiplicando o consumo de cimento pelas proporções:

Areia = 2,0 × 400 = 800 kg/m³ Brita = 2,5 × 400 = 1.000 kg/m³ Água = 0,50 × 400 = 200 kg/m³ = 200 litros/m³ Passo 4 — conferência: 400 + 800 + 1.000 + 200 = 2.400 kg — fecha exatamente com a massa específica adotada. Em sacos, 400 kg equivalem a 8 sacos de 50 kg por metro cúbico. Vale lembrar o que a apostila destaca: consumo alto de cimento não é sinônimo de concreto melhor — ele aumenta a retração, o calor de hidratação e a fissuração. Quem comanda a resistência é o fator água/cimento.

Por que as outras estão erradas

  • AErrada. 343 kg/m³ corresponde a dividir 2.400 por 7,0, soma que não corresponde às partes deste traço.
  • BErrada. 369 kg/m³ corresponde a dividir 2.400 por 6,5. A soma correta das partes é 6,0.
  • DErrada. 436 kg/m³ resulta de somar apenas 1 + 2,0 + 2,5 = 5,5, esquecendo a parcela de água na composição da massa do concreto.
  • EErrada. 480 kg/m³ corresponde a dividir 2.400 por 5,0, o que exigiria ignorar simultaneamente a água e parte do agregado graúdo.
A armadilha desta questãoA parcela de água entra na soma das partes do traço: esquecê-la infla o consumo de cimento calculado em quase 10%.

Onde está no Dossiê: Capítulo 2.1 · Traço em massa e consumo de materiais por metro cúbico

Questão 4 de 5Correção da trabalhabilidade e fator água/cimentofácil

O caminhão-betoneira chega à frente de serviço de uma base de bomba e o concreto apresenta abatimento abaixo do especificado. O encarregado sugere jogar meio balde d'água na carga para 'soltar a massa'. Do ponto de vista da tecnologia do concreto, o procedimento tecnicamente correto é

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Resposta: D. Aditivo plastificante ou superplastificante aumenta a fluidez sem aumentar a água, mantendo o fator água/ cimento e, com ele, a resistência e a durabilidade projetadas.

O Capítulo 2.1 apresenta a lei mais importante da tecnologia do concreto, conhecida como Lei de Abrams: quanto maior o fator água/cimento (a/c), menor a resistência e menor a durabilidade. A razão é física e simples — a água excedente não desaparece: ela evapora ou fica retida, e o espaço que ocupava vira poro. Poro é vazio, e vazio não resiste a nada.

A água é, portanto, a única variável que melhora a trabalhabilidade e piora tudo o mais ao mesmo tempo: aumenta a permeabilidade, aumenta a retração e derruba a resistência. Adicionar água na obra é apontada pela apostila como a causa isolada mais comum de concreto que não atinge o fck.

O aditivo plastificante ou superplastificante resolve o problema pelo caminho certo: ele fluidifica a mistura reduzindo o atrito entre as partículas, sem acrescentar água e, portanto, sem alterar o a/c. A adição é feita em quantidade controlada, sob responsabilidade técnica, com remistura por tempo definido. As outras saídas legítimas são recusar o caminhão, quando o tempo de transporte foi excedido, ou revisar a dosagem para as próximas cargas. O exemplo numérico do capítulo mostra a ordem de grandeza do estrago: 40 litros distribuídos em 8 m³ elevam o a/ c de 0,55 para 0,564, e na faixa usual de trabalho cada centésimo de aumento no a/c custa aproximadamente 1 MPa de resistência.

Por que as outras estão erradas

  • AErrada. Abatimento dentro da tolerância não garante resistência: o slump mede consistência, não resistência. A água adicionada eleva o a/c e derruba o fck sem que nada apareça no ensaio de recebimento.
  • BErrada. Ainda que o a/c fosse matematicamente mantido, alterar a dosagem na obra descaracteriza o concreto dosado e não há como garantir homogeneização adequada do cimento adicionado no balão.
  • CErrada. Prolongar a mistura não devolve trabalhabilidade — ao contrário, o tempo decorrido desde a adição da água é justamente um dos fatores que a reduzem, e há limite normativo de tempo até a descarga.
  • EErrada. Vibração excessiva não corrige consistência baixa: ela faz a brita afundar e a nata subir, produzindo peça com topo fraco e poroso e fundo com concentração de pedra.
A armadilha desta questãoAditivo e água aumentam a fluidez; só a água aumenta o a/c e destrói a resistência.

Onde está no Dossiê: Capítulo 2.1 · Correção da trabalhabilidade e fator água/cimento

Questão 5 de 5Planta de armação: leitura da posição e cálculo da massa de açodifícil

Na planta de armação da viga baldrame da base de uma válvula de bloqueio, consta a seguinte posição de armadura: N3 — 24 Ø 10,0 c/12 C = 250. Adotando a massa linear nominal de 0,617 kg/m para a bitola de 10,0 mm, e desprezando as perdas de corte e dobra, a massa de aço dessa posição é, aproximadamente, de

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Resposta: C. 24 × 250 cm = 6.000 cm = 60,00 m; 60,00 × 0,617 = 37,02 kg.

A questão exige duas competências que o Capítulo 3.3 desenvolve juntas: ler a notação da posição de armadura e converter comprimento em massa, que é o que efetivamente se compra e se paga.

A notação N3 — 24 Ø 10,0 c/12 C = 250 se lê assim: posição 3, composta de 24 barras, de 10,0 mm de diâmetro nominal, espaçadas a cada 12 cm, com 250 cm de comprimento cada uma. O símbolo Ø indica diâmetro; "c/" indica espaçamento; "C" indica comprimento unitário. Repare que a quantidade de barras é 24 — o número 12 é espaçamento, não quantidade.

O cálculo tem três passos. Primeiro, o comprimento total da posição: 24 barras × 250 cm = 6.000 cm. Segundo, a conversão para metros, porque a massa linear é dada em quilogramas por metro: 6.000 cm ÷ 100 = 60,00 m. Terceiro, a massa: 60,00 m × 0,617 kg/m = 37,02 kg.

Conferindo por outro caminho: cada barra tem 2,50 m e pesa 2,50 × 0,617 = 1,5425 kg; multiplicando pelas 24 barras, 1,5425 × 24 = 37,02 kg. Confere.

As massas lineares nominais das bitolas comerciais vêm da norma da ABNT que trata das barras de aço destinadas a armaduras de concreto armado (NBR 7480) e estão na Tabela 3.9 do capítulo: Ø6,3 = 0,245 kg/m; Ø8,0 = 0,395; Ø10,0 = 0,617; Ø12,5 = 0,963; Ø16,0 = 1,578. Na compra real acrescenta-se ainda a perda por corte e dobra, usualmente da ordem de 10%, o que levaria essa posição a cerca de 40,7 kg — mas o enunciado pediu expressamente que a perda fosse desprezada.

Por que as outras estão erradas

  • AErrada. Resulta de tomar o número 12 do espaçamento (c/12) como se fosse a quantidade de barras: 12 × 2,50 m × 0,617 = 18,51 kg. O 12 é a distância entre barras, em centímetros.
  • BErrada. Resulta de aplicar a massa linear da bitola 8,0 mm (0,395 kg/m) em vez da bitola 10,0 mm: 60,00 × 0,395 = 23,70 kg.
  • DErrada. Resulta de usar a massa linear da bitola 12,5 mm (0,963 kg/m): 60,00 × 0,963 = 57,78 kg.
  • EErrada. É o resultado de multiplicar a massa linear pelos 6.000 centímetros sem convertê-los em metros. O erro de unidade infla a resposta em cem vezes — e uma viga baldrame com quase quatro toneladas de aço em uma única posição deveria ser descartada por ordem de grandeza.
A armadilha desta questãoO número que vem depois de "c/" é espaçamento, não quantidade. E a massa linear é dada em kg por metro: converta os 250 cm antes de multiplicar.

Onde está no Dossiê: Capítulo 3.3 · Planta de armação: leitura da posição e cálculo da massa de aço

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Como é a prova de Faixa de Dutos

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Faixa de Dutos (Fase 1) e 10 de Português e 10 de Matemática (Fase 2). Seguem na classificação só as 2 × (vagas + cadastro de reserva) melhores notas da Fase 1, por ênfase, polo e modalidade de concorrência (Edital 03, subitem 7.1.2, alínea d). Em Faixa de Dutos, isso dá 22 pessoas no total. Por isso as questões desta página são todas de Conhecimentos Específicos: é ali que a vaga se decide.

Perguntas sobre o simulado de Faixa de Dutos

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Quantas questões tem a prova de Faixa de Dutos?

São 60 questões em 4 horas: 40 de Conhecimentos Específicos de Faixa de Dutos e 10 de Português e 10 de Matemática. A prova é no domingo, 6 de dezembro de 2026.

Errei a maioria. Ainda dá tempo para Faixa de Dutos?

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Questões do Simulado 01 do Dossiê Único de Faixa de Dutos: inéditas, escritas no padrão da Fundação Cesgranrio a partir do conteúdo programático do Edital 03 do processo seletivo Transpetro 2026. Não são questões de provas anteriores. Atualizado em 29/10/2026.