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Transpetro 2026 · Edital 01 · Quadro de Mar (Guarnição)

Simulado Transpetro 2026 de Condutor Bombeador: 5 questões comentadas

Cinco questões inéditas de Conhecimentos Específicos de Condutor Bombeador, no padrão da Cesgranrio. Marque a sua resposta e veja na hora o comentário de cada alternativa e a armadilha da questão.

Prova em 6 de dezembro
Questões na prova5030 do cargo · 10 de Português e 10 de Inglês Técnico Marítimo
Nesta página5de Conhecimentos Específicos, com comentário
No simulado completo50na proporção da prova
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Responda sem consultar nada, como no dia da prova. Os temas: Livro de Registro do Óleo: escrituração, assinaturas e correção de erro; Desgaste, ovalização e conicidade de camisa de cilindro; Hidróforo: volume útil pela lei de Boyle e partidas por hora; Cilindrada unitária e relação de compressão; Oxicorte: oxidação em vez de fusão e os materiais que não se cortam.

Questão 1 de 5Livro de Registro do Óleo: escrituração, assinaturas e correção de erromédia

Na escrituração do Livro de Registro do Óleo, o tripulante percebe que lançou um valor errado na linha de uma operação já registrada. O procedimento correto, conforme as regras de escrituração do livro, é

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Resposta: D. Traço único mantendo o original legível, valor correto ao lado, com data e assinatura.

O módulo de Gestão Ambiental, no capítulo do Livro de Registro do Óleo e das fainas que devem ser escrituradas, trata o livro como o que ele é: prova documental. É o primeiro documento que a inspeção do Estado do porto pede, e a divergência entre o livro e o estado real do navio é a origem da maior parte das autuações e das condenações criminais por poluição. Tudo o que o capítulo diz sobre escrituração decorre dessa natureza probatória. Daí a regra de correção de erro: traço único sobre o valor errado, mantendo o original legível, valor correto escrito ao lado, com data e assinatura de quem corrigiu. O objetivo é que qualquer pessoa, mais tarde, possa ver o que foi lançado, o que foi corrigido, quando e por quem. Um livro em que nada desaparece é um livro que defende quem o escriturou. Por isso o mesmo capítulo é explícito no sentido contrário: rasura, corretivo e página arrancada fazem o livro ser tratado como adulterado, e livro adulterado transforma um erro administrativo em suspeita de fraude. As demais regras de escrituração seguem a mesma lógica. O lançamento é feito em cada ocorrência, e não depois, em bloco. Cada lançamento é assinado pelo oficial responsável pela operação, e cada página completada é rubricada pelo comandante. O livro fica a bordo, acessível à inspeção, e é conservado pelo período exigido, com os livros anteriores também sujeitos a exame.

O capítulo arrola também o que nunca se faz: deixar de lançar; lançar depois; lançar valor que não fecha com o balanço de óleo; e o desvio, que é o arranjo de tubulação que contorna o equipamento de tratamento com o livro escriturado como se ele tivesse sido usado. O desvio é crime, porque reúne poluição deliberada e fraude documental. E a consequência é pessoal: a empresa paga a multa, mas quem operou, escriturou ou assinou responde, podendo enfrentar processo criminal e perda ou suspensão da habilitação. Ordem recebida não é defesa.

Por que as outras estão erradas

  • ACorretivo apaga o original e faz o livro ser tratado como adulterado; a correção tem de preservar o lançamento errado legível.
  • BPágina arrancada é indício de adulteração e compromete todo o livro.
  • CRasura que torna o valor ilegível equivale a apagar, e a correção sem data e assinatura não identifica o responsável.
  • ECompensar no lançamento seguinte produz valores que não fecham com o balanço de óleo, e é exatamente o tipo de incoerência que a inspeção procura.
A armadilha desta questãoA intuição manda deixar a página limpa, e é o oposto do exigido: o livro vale como prova justamente porque o erro continua visível ao lado da correção assinada.

Onde está no Dossiê: Capítulo 10.6 · Livro de Registro do Óleo: escrituração, assinaturas e correção de erro

Questão 2 de 5Desgaste, ovalização e conicidade de camisa de cilindrodifícil

Na retirada de um pistão, mediu-se o diâmetro interno da camisa, de diâmetro nominal 400,00 mm, com micrômetro de interiores, em duas alturas e em dois eixos perpendiculares. Na altura superior, obteve-se 401,20 mm no eixo A e 400,70 mm no eixo B; na altura inferior, 400,30 mm no eixo A e 400,20 mm no eixo B. A ovalização máxima e a conicidade máxima são, respectivamente,

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Resposta: B. Ovalização máxima de 0,50 mm na altura superior (401,20 − 400,70) e conicidade máxima de 0,90 mm no eixo A (401,20 − 400,30).

O módulo de Fabricação Mecânica, no capítulo das medições em camisas, êmbolos, eixos e mancais, define as três grandezas que se extraem de um plano de medição em duas alturas e dois eixos, e a questão exige distinguir duas delas.

Ovalização é a diferença entre dois diâmetros medidos em eixos perpendiculares, na mesma altura: é grandeza radial, lida numa seção transversal, e mede o quanto a seção deixou de ser circular. Calculando altura por altura: na superior, 401,20 − 400,70 = 0,50 mm; na inferior, 400,30 − 400,20 = 0,10 mm. A ovalização máxima é, portanto, 0,50 mm, na altura superior, que é a região de maior pressão e de maior desgaste.

Conicidade é a diferença entre dois diâmetros medidos em alturas diferentes, no mesmo eixo: é grandeza longitudinal, ao longo do curso, e mede o quanto o furo deixou de ser cilíndrico e virou cone. Calculando eixo por eixo: no eixo A, 401,20 − 400,30 = 0,90 mm; no eixo B, 400,70 − 400,20 = 0,50 mm. A conicidade máxima é 0,90 mm, no eixo A.

Resposta: ovalização máxima de 0,50 mm e conicidade máxima de 0,90 mm.

A terceira grandeza, que a questão não pede mas que a alternativa D usa como distrator, é o desgaste: diferença entre o maior diâmetro medido e o diâmetro nominal, isto é, 401,20 − 400,00 = 1,20 mm. O capítulo insiste que um só número não decide o destino da camisa, porque as três grandezas têm limites próprios no manual: uma camisa pode estar dentro do limite de desgaste diametral e ainda assim ser condenada por ovalização ou por conicidade, já que anel nenhum veda contra parede oval ou cônica. A memória que resolve a confusão é curta: mesma altura, eixos diferentes, é ovalização; mesmo eixo, alturas diferentes, é conicidade.

Por que as outras estão erradas

  • A0,10 mm é a ovalização da altura inferior, e não a máxima, e 0,50 mm é a conicidade do eixo B, também não a máxima.
  • CTroca as duas grandezas de lugar: 0,90 mm é conicidade e 0,50 mm é ovalização, e não o contrário.
  • D1,20 mm é o desgaste (401,20 − 400,00) e 0,70 mm não corresponde a nenhuma das diferenças calculadas.
  • ERepete 0,50 mm para as duas, ignorando que a conicidade máxima é a do eixo A, que vale 0,90 mm.
A armadilha desta questãoMesma altura com eixos diferentes dá ovalização; mesmo eixo com alturas diferentes dá conicidade. Trocar as duas é o erro que a alternativa C materializa, e o maior diâmetro menos o nominal não é nenhuma das duas: é desgaste.

Onde está no Dossiê: Capítulo 11.2 · Desgaste, ovalização e conicidade de camisa de cilindro

Questão 3 de 5Hidróforo: volume útil pela lei de Boyle e partidas por hora

Um sistema hidróforo de água doce sanitária tem tanque de 2,0 m³ sem membrana. O pressostato liga a bomba em 2,0 bar manométricos e a desliga em 5,0 bar manométricos, e a pressão atmosférica é de 1,0 bar. No instante em que a bomba liga, o colchão de ar ocupa 0,80 m³. A bomba entrega 150 L/min e o consumo médio da rede é de 50 L/min. O volume útil e o número de partidas por hora são, respectivamente,

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Resposta: E. V_ar,desliga = 3,0 × 0,80 ÷ 6,0 = 0,40 m³; V_útil = 0,40 m³ = 400 L; ciclo de 8,0 + 4,0 = 12,0 min; 60 ÷ 12,0 = 5 partidas por hora.

O módulo de Máquinas e Equipamentos de Sistemas Auxiliares, no capítulo dos sistemas hidróforos, resolve todo o dimensionamento com uma única equação: a lei de Boyle, p₁V₁ = p₂V₂, válida porque a massa de ar no tanque é fixa e a temperatura é praticamente constante. A advertência que vem junto é a chave numérica da questão: as pressões da lei de Boyle são absolutas.

Passo 1, converter as pressões. p_liga = 2,0 + 1,0 = 3,0 bar absolutos; p_desliga = 5,0 + 1,0 = 6,0 bar absolutos. Passo 2, volume de ar no desligamento, por Boyle: V_ar,desliga = p_liga × V_ar,liga ÷ p_desliga = 3,0 × 0,80 ÷ 6,0 = 2,40 ÷ 6,0 = 0,40 m³.

Passo 3, volume útil. É a diferença, porque o espaço que o ar perdeu foi o espaço que a água ganhou: V_útil = 0,80 − 0,40 = 0,40 m³ = 400 litros.

Passo 4, tempo com a bomba parada. Os 400 litros saem na taxa do consumo: 400 ÷ 50 = 8,0 min.

Passo 5, tempo com a bomba trabalhando. O consumo não para enquanto a bomba enche, logo a taxa líquida de enchimento é 150 − 50 = 100 L/min, e o tempo é 400 ÷ 100 = 4,0 min.

Passo 6, ciclo e partidas. Ciclo = 8,0 + 4,0 = 12,0 min, logo 60 ÷ 12,0 = 5 partidas por hora.

Repare em dois resultados que o capítulo destaca. O primeiro: o tanque tem 2 000 litros e entrega apenas 400, porque volume útil não é volume de tanque, e sim a parcela de água que entra e sai entre os dois ajustes de pressão. O segundo: o volume útil é proporcional ao colchão de ar no instante do ligamento, de modo que a perda de ar por dissolução na água, própria do tanque sem membrana, reduz o útil e multiplica as partidas na mesma proporção. É esse o mecanismo do ciclo curto, o defeito mais comum do sistema, corrigido repondo ar e prevenido pela rotina de reposição ou pelo tanque de membrana.

Por que as outras estão erradas

  • A2 000 L é a capacidade do tanque, e não o volume útil; o útil é apenas a água que entra e sai entre os dois ajustes de pressão.
  • B480 L é o resultado de aplicar Boyle com pressões manométricas (2,0 e 5,0 em vez de 3,0 e 6,0), e com esse valor o ciclo daria 14,4 min; é o erro numérico clássico da matéria.
  • C800 L é o próprio colchão de ar no instante do ligamento, e não o volume útil, que é a variação desse colchão.
  • DO volume útil está correto, mas o número de partidas foi obtido sem somar os dois tempos do ciclo: 8,0 min parada mais 4,0 min trabalhando dão 12,0 min e 5 partidas por hora.
A armadilha desta questãoDois erros derrubam a questão: usar pressão manométrica na lei de Boyle, que dá 480 L, e calcular o tempo de enchimento com a vazão da bomba sem descontar o consumo, que continua acontecendo.

Onde está no Dossiê: Capítulo 12.7 · Hidróforo: volume útil pela lei de Boyle e partidas por hora

Questão 4 de 5Cilindrada unitária e relação de compressãodifícil

Um motor diesel auxiliar tem calibre de 200 mm e curso de 250 mm. O volume da câmara de combustão, dado do manual, é de 0,5236 L por cilindro. Adotando π = 3,1416, a cilindrada unitária e a relação de compressão desse motor são, respectivamente, de

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Resposta: B. V_u = 3,1416 × 0,04 ÷ 4 × 0,250 = 0,007854 m³ = 7,854 L, e r_c = (7,854 + 0,5236) ÷ 0,5236 = 16,0 para 1.

O módulo de Sistemas de Propulsão e Motores Diesel, no capítulo dos termos técnicos, da classificação e do princípio de funcionamento, define as duas grandezas com precisão e alerta para a confusão que a questão explora. Cilindrada unitária é o volume que o pistão varre ao ir do ponto morto superior ao ponto morto inferior, isto é, o volume de um cilindro de diâmetro igual ao calibre e altura igual ao curso.

Passo 1, área do pistão: A = π D² ÷ 4 = 3,1416 × (0,200)² ÷ 4 = 3,1416 × 0,04 ÷ 4 = 0,031416 m². Passo 2, cilindrada unitária: V_u = A × S = 0,031416 × 0,250 = 0,0078540 m³. Como 1 m³ = 1 000 L, V_u = 7,854 L por cilindro.

Relação de compressão é o volume total do cilindro dividido pelo volume da câmara de combustão, e volume total é a soma da cilindrada com a câmara. Essa é a definição exata, e é onde está a pegadinha preferida da banca. Passo 3: r_c = (V_u + V_c) ÷ V_c = (7,854 + 0,5236) ÷ 0,5236 = 8,3776 ÷ 0,5236 = 16,0.

Resposta: cilindrada unitária de 7,854 L e relação de compressão de 16,0 para 1, valor dentro da faixa usual de 12 a 20 para 1 dos motores diesel.

O erro que a alternativa A materializa é dividir a cilindrada pela câmara, esquecendo de somar a câmara no numerador: 7,854 ÷ 0,5236 = 15,0, exatamente uma unidade a menos. O resultado continua dentro da faixa plausível do diesel, e é por isso que engana. A razão física de a câmara entrar nas duas posições é simples: o ar que está sendo comprimido é todo o ar acima do pistão no ponto morto inferior, que é cilindrada mais câmara, e ele passa a ocupar, no ponto morto superior, apenas a câmara.

Por que as outras estão erradas

  • AA cilindrada está correta, mas 15,0 sai de dividir a cilindrada pela câmara (7,854 ÷ 0,5236), esquecendo de somar a câmara no numerador; a relação de compressão usa o volume total, que é cilindrada mais câmara.
  • C15,708 L é o dobro da cilindrada unitária, valor que corresponderia a dois cilindros, e o enunciado pede a cilindrada unitária.
  • D6,283 L resultaria de usar o curso como se fosse 200 mm, e 13,0 para 1 não decorre de nenhum dos cálculos.
  • E17,0 para 1 resultaria de somar a câmara duas vezes no numerador; a soma correta é cilindrada mais uma câmara.
A armadilha desta questãoRelação de compressão não é cilindrada dividida pela câmara: é (cilindrada mais câmara) dividido pela câmara. A fórmula errada dá exatamente uma unidade a menos, e o número continua parecendo razoável.

Onde está no Dossiê: Capítulo 13.5 · Cilindrada unitária e relação de compressão

Questão 5 de 5Oxicorte: oxidação em vez de fusão e os materiais que não se cortamfácil

É preciso cortar uma chapa de aço inoxidável austenítico para fabricar uma peça de substituição, e o maçarico de oxicorte está disponível. O que acontecerá e por quê?

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Resposta: B. O óxido de cromo funde acima do ponto de fusão do aço e forma camada sólida e aderente que sela a superfície, impedindo o oxigênio de alcançar o metal.

O módulo de Processos de Soldagem, no capítulo da soldagem a gás e do oxicorte, apresenta como conceito central do assunto uma frase que resolve sozinha a questão: oxicorte não é fusão, é oxidação. A chama oxiacetilênica apenas pré-aquece um ponto até a temperatura de ignição do aço em oxigênio, que é inferior ao ponto de fusão; em seguida, o jato de oxigênio puro faz o aço queimar, numa reação fortemente exotérmica que libera calor e se autoalimenta, e o próprio jato expulsa da sangria o óxido de ferro, que está líquido porque funde abaixo do aço. Daí saem as três condições que um material precisa satisfazer para ser cortado a oxigênio: queimar em oxigênio a uma temperatura abaixo do seu ponto de fusão; formar óxido que funda abaixo do ponto de fusão do metal, para que saia líquido e possa ser expulso; e sustentar uma reação exotérmica o bastante para se autopropagar. O açocarbono e o aço de baixa liga atendem às três, e por isso se cortam bem e em grande espessura. O aço inoxidável falha na segunda condição. O cromo, presente em teor alto, forma óxido de cromo, que é extremamente refratário: ele funde acima do ponto de fusão do próprio aço. Em vez de sair líquido, esse óxido forma uma camada sólida e aderente que sela a superfície e impede o oxigênio de alcançar o metal. O corte para. O que o operador verá é a chapa ficando rubra, algum metal fundindo e respingando, e nenhum corte. Quanto mais cromo, mais intratável.

O mesmo raciocínio explica o alumínio, cujo óxido é ainda mais refratário, e o cobre e o latão, em que se acrescenta a condutividade térmica altíssima, que escoa o calor e impede levar o ponto à temperatura de ignição. A solução de bordo é um processo que corte por fusão, e não por oxidação: o corte por arco-plasma, que funciona em qualquer material condutor de eletricidade, ou, conforme a espessura, o corte mecânico com ferramenta dedicada ao inoxidável, para não contaminar a superfície com partícula de aço-carbono.

Por que as outras estão erradas

  • AO oxicorte não corta por fusão: ele corta por oxidação, com pré-aquecimento até a temperatura de ignição do metal em oxigênio, que é inferior ao ponto de fusão.
  • CO pré-aquecimento do oxicorte é feito com chama neutra, e mudar a regulagem da chama não contorna o problema do óxido refratário.
  • DO magnetismo do material não tem relação nenhuma com o mecanismo do oxicorte, que depende do comportamento do óxido formado.
  • EA dureza também não é a razão: aço endurecido de baixa liga se corta a oxigênio sem dificuldade. O impedimento é o óxido de cromo refratário.
A armadilha desta questãoAs respostas "porque é mais duro" e "porque não é magnético" são as duas armadilhas clássicas. A razão é sempre o comportamento do óxido: no inoxidável, ele funde acima do metal e sela a superfície. Língua Portuguesa

Onde está no Dossiê: Capítulo 14.4 · Oxicorte: oxidação em vez de fusão e os materiais que não se cortam

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Como é a prova de Condutor Bombeador

São 50 questões em 4 horas: 30 de Conhecimentos Específicos de Condutor Bombeador e 10 de Português e 10 de Inglês Técnico Marítimo. Os específicos habilitam, e a Fase 2 elimina quem fica abaixo do mínimo. Por isso as questões desta página são todas de Conhecimentos Específicos.

Perguntas sobre o simulado de Condutor Bombeador

Tem simulado grátis da Transpetro 2026 para Condutor Bombeador?

Tem. Nesta página estão 5 questões de Conhecimentos Específicos de Condutor Bombeador, com resposta e comentário de cada alternativa. O simulado completo tem 50 questões, na proporção da prova, e vem no Dossiê Único do cargo.

Estas questões caíram em provas anteriores?

Não. São questões inéditas, escritas para o edital de 2026 no padrão da Fundação Cesgranrio: cinco alternativas, enunciado com situação de trabalho e alternativas erradas montadas sobre os erros mais comuns. Cada comentário aponta o capítulo da apostila onde o assunto está.

Quantas questões tem a prova de Condutor Bombeador?

São 50 questões em 4 horas: 30 de Conhecimentos Específicos de Condutor Bombeador e 10 de Português e 10 de Inglês Técnico Marítimo. A prova é no domingo, 6 de dezembro de 2026.

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Questões do Simulado 01 do Dossiê Único de Condutor Bombeador: inéditas, escritas no padrão da Fundação Cesgranrio a partir do conteúdo programático do Edital 01 do processo seletivo Transpetro 2026. Não são questões de provas anteriores. Atualizado em 29/10/2026.